DESPEDIDA

Corpo de garota de 11 anos morta atropelada por trem é enterrado

Sepultamento aconteceu no Cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife

Vista aérea do Cemitério de Santo Amaro, onde foi enterrado o corpo da jovem Júlia Beatriz, de 11 anosVista aérea do Cemitério de Santo Amaro, onde foi enterrado o corpo da jovem Júlia Beatriz, de 11 anos - Foto: Alexandre Aroeira/Folha de Pernambuco

O corpo de Júlia Beatriz Torres, de 11 anos, foi enterrado nesta quarta-feira (21), no Cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife. Ela morreu ao ser atropelada por um trem (VLT) nesta terça-feira (20), no Cabo de Santo Agostinho. Ela andava sobre os trilhos no momento do incidente.

Júlia Beatriz voltava do Colégio Mário de Andrade (CMA), que fica no Cabo de Santo Agostinho, quando teve o caminho interrompido.

Ela estuda na mesma turma em que João Gabriel da Silva, também de 11 anos. Os dois não estarem juntos no dia da colisão foi uma exceção, segundo a mãe dele, a porteira Mirella Poliana da Silva, de 28 anos. Ela esteve no enterro.

“O meu filho era muito apegado a ela, eles iam para a escola juntos todos os dias, mas nesse dia ele não quis ir”, disse Mirella.

Mirella, João Gabriel e Júlia Beatriz em um momento de lazer (Foto: Cortesia)

A relação deles com a garota ultrapassava o cenário escolar. “Eu tinha Júlia como uma filha, e em todos os lugares que eu ia, levava ela sempre”, afirmou.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a corporação foi acionada por volta das 16h30 desta terça, mas já encontrou o corpo da garota na linha férrea sem vida. 


Em seguida, o Instituto de Criminalística (IC) da Secretaria de Defesa Social (SDS) realizou uma perícia no local e retirou o corpo às 19h53.

Veja também

ONU alerta que faltam 'muitas questões a resolver' antes da COP29
COP29

ONU alerta que faltam 'muitas questões a resolver' antes da COP29

FMI aprova desembolso de US$ 800 milhões para Argentina
Argentina

FMI aprova desembolso de US$ 800 milhões para Argentina

Newsletter