Denúncia de que motorista do Uber teria estuprado passageira não foi registrada no Recife

Imagem foi compartilhada em grupos do WhatsApp. Motorista se defendeu e garantiu que prestou queixa por calúnia e difamação

Projeto de lei é de autoria da veradora Ana Lúcia (PRB)Projeto de lei é de autoria da veradora Ana Lúcia (PRB) - Foto: Anderson Barros / CMR

Uma imagem compartilhada em grupos do WhatsApp, nesta terça-feira (3), deixou os usuários do aplicativo Uber apreensivos. Segundo a imagem, um homem, identificado como Volnei, que dirige um Renault Logan, foi acusado de estuprar passageiras e de dar "balas batizadas para as mulheres". O caso, no entanto, não aconteceu no Recife, como havia sido informado nas redes sociais.

Familiares e o próprio homem gravaram um vídeo desmentindo o caso, que teria acontecido no último dia 26, no Rio de Janeiro. O homem, que registrou um Boletim de Ocorrência por difamação e calúnia, informou que tudo não passou de boatos e que ele acabou se prejudicando por conta da divulgação.

Volnei, que trabalha em Nova Iguaçu, estava sendo acusado de agarrar uma mulher dentro do veículo. Ele informou que a moça estava sob efeito de álcool e procurou uma delegacia para prestar queixa. No entanto, ainda segundo a publicação, a mãe da mulher foi chamada e decidiu não prestar queixa porque percebeu que a filha teria ingerido bebida alcoólica. A reportagem da Folha de Pernambuco entrou em contato com duas delegacias de Nova Iguaçu, mas o caso não teria sido registrado nos locais.

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