Diversas categorias prometem protestar nesta sexta-feira; transporte pode ser o maior transtorno

Funcionários de bancos, escolas públicas e polícia estão entre os que pretendem participar da manifestação contra a PEC 55

As inscrições para cargos na Prefeitura de Caetés se encerram neste domingo (9)As inscrições para cargos na Prefeitura de Caetés se encerram neste domingo (9) - Foto: Divulgação

Os sindicatos prometem protestos ainda maiores para esta sexta-feira (25). Pela segunda vez, apenas este mês, o Dia Nacional de Paralisações deve interromper categorias e serviços. Piquetes também se articulam para interromper o trânsito nos principais corredores de veículos. Sob o comando da CUT e diversas centrais sindicais, a bandeira de luta permanece contra a PEC 55 (antes 241) que limita os gastos do Governo Federal nos próximos 20 anos. Se concretizada, a interrupção no transporte, incluindo ônibus e metrô, pode ser responsável pelo maior transtorno - os metroviários também decidiram parar por 24 horas. Apesar da negativa da classe patronal, as categorias prometem braços cruzados.

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Funcionários de bancos, escolas municipais e estaduais, policiais civis e trabalhadores da construção estão entre os que prometem paralisações. Na lista também estão petroleiros e servidores das universidades federais. “Vamos atuar em conjunto com a finalidade de parar Pernambuco em todos os setores. São pessoas de bem em um grande dia legítimo de reivindicações. Os empresários precisam sentir no bolso, já que apenas enxergam lucros e acabam se colocando a favor do corte de benefícios”, afirmou o presidente da CUT-PE, Carlos Veras. Os quadros da Previdência Social, Correios e Detran também devem aderir ao movimento.

Diferente do primeiro ato, no último dia 11, o Sindicato dos Rodoviários recuou de interromper a circulação dos ônibus. “Não adianta lutar por pautas nacionais, quando as necessidades dos trabalhadores no Estado ainda são negligenciadas. Não vamos apoiar paradas, mas não podemos interferir na decisão dos companheiros”, adiantou o presidente Benilson Custódio. Por outro lado, entidades e movimentos sociais prometem piquetes nas portas das garagens interrompendo a saída. De acordo com o sindicato das empresas, Urbana-PE, foi solicitado reforço policial e os envolvidos serão responsabilizados. 

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