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Empreendendo em Realidade Virtual, no Rec’n’play

Palestra sobre empreendedorismo em realidade virtual proporcionou experiências imersivas na tarde desta quarta-feira (07)

Realidade Virtual no Rec'n'playRealidade Virtual no Rec'n'play - Foto: Maria Priscila Martins/Portal FolhaPE

Com um faturamento estimado de US$ 7,17 bilhões em 2017, o mercado de realidade virtual cresce exponencialmente. Segundo a Greenlight Insights, a expectativa é de que esse número chegue a US$ 74,82 bilhões até 2021. No primeiro dia do festival de experiências digitais REC’n’Play, representantes de empresas que atuam na área apresentaram painel sobre empreendimento com a tecnologia.

A francesa Diversion Cinema é pioneira na exibição de filmes, narrativas visuais e experiências imersivas aliadas à realidade virtual. “O comum para qualquer uso da realidade virtual é a imersão. Com um óculos e um capacete você está completamente dentro desse universo criado. A imersão é muito mais profunda que em uma sala de cinema comum”, falou Marc Lobato, de operações e desenvolvimento de negócios da empresa.

Mesmo com problemas na organização do evento neste primeiro dia, participantes da palestra de realidade virtual conseguiram visualizar e experimentar a realidade virtual em si. “Eu já tenho experiência com realidade virtual em jogos, mas ver como se aplica no mercado e até em museus foi muito bom pra mim, inclusive para dar a perspectiva de um dia trabalhar com isso”, falou Gabriel Bandeira, momentos antes de colocar o óculos de realidade virtual para visitar locais da França.

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A Mantus Studio, situada em Caruaru, nasceu voltada para o desenvolvimento de jogos, mas hoje atua principalmente na área de realidade virtual e aumentada. “O diferencial é a capacidade de transportar você para um universo digital. A partir da imersão ela pode transmitir vários sentimentos, fazer você se emocionar se divertir ficar triste sentir medo”, comentou Filipe Rafael, CEO.

O uso de realidade virtual na cultura, como para visitar museus também foi abordado no evento. “O grande desafio da realidade virtual é a experiência com cultura, mas aproximar equipamentos culturais da tecnologia aumenta o acesso de quem não pode ir naquele lugar”, disse Ricardo Santos de Figueiredo, do Armazém da Criatividade, em Caruaru.

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