Encerrar jejum vira obrigação do Náutico

Desde 2004 sem conquistar títulos, o torcedor se pergunta se este ano o maior jejum da história do clube chegará ao fim

Governador detalhou fluxo de ações desenvolvido pelo Governo do Estado para dirimir efeitos do desastre ambientalGovernador detalhou fluxo de ações desenvolvido pelo Governo do Estado para dirimir efeitos do desastre ambiental - Foto: Hélia Scheppa/SEI

Nenhum clube começa 2017 mais pressionado do que o Náutico em Pernambuco. Desde 2004 sem conquistar títulos, o torcedor se pergunta se este ano o maior jejum da história do clube chegará ao fim. Nos primeiros meses da temporada, o Timbu terá duas chances de levantar um troféu: Copa do Nordeste e Estadual. E, embora o discurso inicial da diretoria tenha sido de que a prioridade de todo o ano era a Série B, o título é tratado como objeto de desejo entre os alvirrubros.

Empossado presidente efetivo recentemente, após a renúncia de Marcos Freitas por problemas de saúde, Ivan Brondi sabe bem o que é levantar troféus pelo Náutico. Foi hexacampeão pernambucano, da década de 60, e tem a missão de fazer com que o clube reencontre o caminho das glórias. À frente do Timbu até o final de 2017, o mandatário espera encerrar seu mandato com triunfos.

“Eu fui campeão como jogador e gostaria muito de ser campeão como presidente também. Não gosto de perder nunca. O Náutico está carente de títulos, mas queremos acabar com esse tabu logo. No final do ano passado conquistamos o Pernambucano de Futsal, após 29 anos, espero que esta seja a primeira conquista de muitas que virão pela frente. Será um trabalho árduo, mas com a ajuda de todos alcançaremos nossos objetivos”, afirmou o presidente alvirrubro.

O tom de Ivan Brondi é de otimismo, o da torcida é de cobrança. Já é possível sentir a pressão sobre a equipe antes mesmo de as competições começarem. O empresário Ivan Henrique, que esteve ontem à tarde no CT Wilson Campos para acompanhar o treinamento, ressaltou a necessidade e urgência em conquistar pelo menos o Campeonato Pernambucano deste ano.

“Antes de qualquer coisa, nós precisamos de um título. Sei que para o clube, financeiramente falando, é importante subir para a Série A. Mas em 2017 Náutico precisa ser campeão para fortalecer a autoestima do torcedor, atrair novos sócios, trazer a torcida de volta aos jogos. É uma onda positiva que se cria. E é bom que todos saibam que os responsáveis por encerrar esse jejum ficarão marcados na história”, disse o alvirrubro.

 

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