Familiares de vendedora vítima de latrocínio no Recife pedem justiça

Karolline morreu após tentativa de assalto ao sair do Festival Festeja Recife. Corpo está sendo velado no cemitério Parque das Flores

José Luiz Penna, presidente nacional do PVJosé Luiz Penna, presidente nacional do PV - Foto: Reprodução/Facebook

O corpo da vendedora Karolline Marry de Oliveira, 24, será sepultado nesta segunda-feira (24), no cemitério Parque das Flores, em Tejipió, na Zona Oeste do Recife. O velório está sendo realizado no mesmo local, desde a noite deste domingo (24). A jovem foi atingida por um tiro durante uma tentativa de assalto ao sair de um show no Recife. Agora, os familiares pedem justiça.

"Nós queremos justiça. Não aceitamos que ele fique solto. Isso não pode acontecer de novo com outra família", afirmou o tio da vítima, Júlio Cesar Santos de Oliveira, 36 anos. "Ela era uma menina muito animada e querida, muito sonhadora e alegre. Infelizmente ele acabou com esse sonho, levaram um pedaço da nossa família", completou o tio da vítima.

Mulher é vítima de latrocínio ao sair de show no Recife 

A jovem e o namorado foram abordados por um homem quando saíam do Festival Festeja Recife, que ocorreu no área externa do Centro de Convenções de Pernambuco, por volta das 2h da manhã deste domingo (23). Segundo a Polícia Civil, a abordagem teria ocorrido quando o carro já tinha saído do estacionamento, na avenida Agamenon Magalhães. O namorado de Karolline entregou o celular, mas o suspeito teria recusado o aparelho com vidro quebrado. Em seguida, teria exigido o celular da jovem, que estregou o telefone. Entretanto, neste momento, o motorista teria dado partida no carro automático foi quando o suspeito efetuou o disparo.

Karolline foi socorrida para o Hospital da Restauração, mas não resistiu aos ferimentos.

Veja também

Espanha considera 'estado de alarme' por Covid-19; Madri impõe novas restrições
Coronavírus

Espanha considera 'estado de alarme' por Covid-19; Madri impõe novas restrições

É irônico brancos serem tão sensíveis a falar de raça, diz autora de livro sobre antirracismo
Literatura

É irônico brancos serem tão sensíveis a falar de raça, diz autora de livro sobre antirracismo