Folha de Pernambuco: um jornal que superou expectativas

A Folha cativou os leitores em pouco meses, conseguindo ainda no ano de sua fundação, em 1998, superar a marca de 50 mil exemplares vendidos diariamente

Equipe de jornalismo se manteve atenta à veracidade das informações e ao imediatismo da webEquipe de jornalismo se manteve atenta à veracidade das informações e ao imediatismo da web - Foto: Anderson Stevens

A Folha de Pernambuco nasceu no dia 3 de abril de 1998 e já nos primeiros meses cativou o leitor. “Entrar em um mercado que já era disputado e fazer um jornal igual aos outros era chover no molhado”, conta o diretor Executivo, Paulo Pugliesi. “Uma coisa que alavancou o jornal no início foram as páginas policiais. Uma semana antes do jornal ser lançado não tinha a parte policial. Não foi planejado. E foi justamente isso que popularizou a Folha. A gente esperava, sendo otimista, em 90 ou 120 dias, vender cinco mil jornais por dia, o que já era significativo. Mas, conseguimos vender 50 mil exemplares diariamente”, recorda.

O jornal cresceu ao ponto de estar plenamente integrado ao cotidiano do Estado. “Ao longo desses anos, a Folha se firmou como um legítimo defensor das causas de Pernambuco, seja pela informação de qualidade, seja pela prestação de serviço”, diz Paulo. “É um jornal que já está incorporado no dia a dia do pernambucano, o que reflete na aceitação do mercado anunciante”, ressalta. “Nestes 20 anos, fomos observadores atentos e fiéis aos fatos”, explica o diretor Operacional da Folha, José Américo Lopes Góis. “A nossa força de trabalho é extraordinariamente, dedicada e corporativa”. Ele lembra que a versão impressa da Folha passou recentemente por alterações fundamentais. “O formato berliner é uma conquista. É uma inovação em Pernambuco. A aceitação foi extraordinária tanto por parte do leitor como do mercado anunciante. Não só em Pernambuco, mas no País”, destaca Américo.

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Dos funcionários que estão há 20 anos na Folha, um deles é a editora executiva Karina Maux. “Entrei na Folha um mês antes de circular a primeira edição. Lembro da garra da equipe e do compromisso em produzir aquela primeira edição que daria início ao fenômeno chamado Folha de Pernambuco”, afirma. “Hoje, continuamos com a mesma disposição e com outros desafios: tornar o impresso ainda mais essencial à vida das pessoas, mesmo na era digital.” “No decorrer do tempo, a Folha foi se transformando”, explica o diretor comercial, Alano Vaz. “Recentemente, passou por um grande reposicionamento na sua forma de produzir conteúdo. E isso foi feito de uma maneira competente, porque conseguiu migrar a sua marca para um outro público e foi bem aceita. A Folha é um case que vale a pena ser estudado. Tanto que hoje é o jornal mais lido em Pernambuco.”

A secretária Nara Caparica trabalha na empresa desde o começo. “Engana-se pensar que estar em uma empresa há mais de 15 anos é não ter mais o que aprender “, avalia. Assim como ela, o gerente industrial do jornal, Gandhi Soares Barçanufu, também atua na empresa há 20 anos. “A impressão é que passou rápido”, brinca Gandhi.

   Credibilidade na era digital

Atenta às transformações impulsionadas pela facilidade de acesso à informação na era digital, a Folha de Pernambuco se consolida como uma produtora de conteúdo. “Hoje somos mais que um jornal, somos uma empresa de mídia que atua em várias plataformas. Não só levamos a notícia e a informação aonde o leitor que consumi-las, mas sabemos onde este leitor está e o que ele quer”, explica a editora chefe da Folha, Patrícia de Raposo, que também dirige a área digital da empresa. “Seguimos nos adaptando às transformações que a Internet impõe, sempre de olho no que há de novo, porque vivemos um tempo em que tudo se renova ou surge com muita velocidade”, ressalta Patrícia. Ela destaca que é muito importante olhar para essas transformações, para as novas tecnologias, e tentar entender de que forma elas podem ajudar a fazer um jornalismo de qualidade.

No jornalismo atual, é cada vez mais urgente entender a importância das redes sociais e da produção digital. “É um momento desafiador. A comunicação em geral vem passando por um processo de transformação. O grande desafio é descobrir como a produção de conteúdo pode se adequar às novas plataformas”, diz a diretora administrativa do jornal, Mariana Costa. “A gente tem uma equipe valorosa e inquieta, que busca se adequar. Nesse cenário de fake news, é cada vez mais importante associar nossa marca à credibilidade. É isso que nos difere”, avalia.

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