“Fomos roubados”, dispara dirigente alvirrubro contra arbitragem

Eduardo Henriques não mediu palavras para lamentar os erros contra o Náutico na Série B

Livro Memórias do Araguaia foi publicado pela Cepe EditoraLivro Memórias do Araguaia foi publicado pela Cepe Editora - Foto: Divulgação

Na entrevista coletiva após o jogo contra o Avaí, o técnico Givanildo Oliveira tentou ao máximo se conter para não tecer duras críticas sobre a arbitragem de Diego Almeida Real. Ainda assim, o treinador declarou que o Náutico foi “garfado” na Ressacada – citando erros que provocaram os dois gols iniciais do Leão, marcados por Marquinhos Catarina. A precaução de Givanildo em seu discurso, segundo o próprio, foi para não sofrer punições posteriores. Mas se ele foi brando nas palavras, o mesmo não pode ser dito sobre o diretor de futebol do clube, Eduardo Henriques.

“Pode colocar exatamente o que vou dizer: o Náutico está sendo roubado. É uma palhaçada o que está acontecendo. Estão tentando tirar o clube da briga pelo acesso. Essa Série B está manchada e essa arbitragem é um lixo”, disparou o dirigente. “Desde o jogo contra o Ceará estamos sendo prejudicados. Tivemos dois pênaltis em Rony que não foram dados. No jogo do Atlético/GO, também tivemos um que não deram. Mas nesses jogos nós ainda conseguimos vencer. Mas e o do CRB? Lá foi um escândalo. Tivemos um gol mal anulado e, contra o Avaí, foram dois erros. Ninguém aqui é cego. Existe uma ‘força’ querendo segurar o Náutico na Segunda Divisão”, reclamou.

Segundo Henriques, o Náutico deve entrar com um protesto junto a CBF, mas o próprio diretor minimiza o impacto da atitude nas próximas arbitragens em jogos do Náutico. “Vamos entrar com uma representação, mas já sabemos que isso não adianta. Fizemos em outras partidas, mas a única coisa que pode acontecer é do árbitro ser afastado por um ou dois jogos. Trabalhamos como loucos aqui, deixando tudo bem organizado nos pagamentos, mas aí acabamos prejudicados por esses ladrões”, criticou.

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