Agreste

Foragido da Justiça, ex-sargento da PM é preso por homicídio de homem no Pátio de Eventos de Caruaru

Orlando Vieira da Silva responde por atirar em um entregador de gás, identificado como Wellington Alves da Silva

O crime ocorreu na noite do dia 20 de junho de 2010O crime ocorreu na noite do dia 20 de junho de 2010 - Foto: Divulgação/PF

Um ex-sargento da Policial Militar, de 57 anos, que estava foragido da Justiça após ser condenado por homicídio qualificado, foi preso em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, na última terça-feira (6).

De acordo com a Polícia Federal no Estado (PF/PE), Orlando Vieira da Silva responde por atirar em um entregador de gás, identificado como Wellington Alves da Silva.

O crime ocorreu na noite do dia 20 de junho de 2010. A vítima estava assistindo a um jogo do Brasil na casa de um amigo e decidiu comemorar a vitória no Pátio do Forró, em Caruaru.

O disparo foi feito pelo então policial, lotado no 4º BPM, que estava de folga na data e chegou a ser autuado em flagrante. A vítima morreu no local.

Desde o crime, a Polícia Civil passou a investigar se o tiro foi acidental ou não. O sargento foi levado para o Centro de Reeducação da Polícia, onde ficou aguardando julgamento. Em seguida, foi expulso da Polícia Militar.
 


Nove anos depois, em 8 de outubro de 2019, o Tribunal do Júri de Caruaru condenou Orlando Vieira da Silva por homicídio qualificado em sentença definitiva. O mandado de prisão foi expedido no dia 20 de julho de 2022 e cumprido na manhã dessa quarta-feira (6), por policiais federais lotados na Delegacia de Caruaru.

O ex-sargento, que é natural de Bonito, no Agreste, foi encontrado em sua residência, no bairro do Salgado, em Caruaru. Segundo a Polícia Federal, ele não apresentou nenhum tipo de resistência no momento da abordagem.

Ele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade, onde passou por exame de corpo delito, e levado para audiência de custódia em Caruaru, onde ficará à disposição da Justiça.

De acordo com a PF, a pena para homicídio qualificado varia entre 12 e 20 anos de prisão.

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