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Investigação

Força-tarefa que investiga assassinato de Marielle Franco e mostra tem mudança na composição

As duas principais promotoras do grupo saíram no começo do mês e outros dois profissionais foram a

Marielle Franco foi assassinada em 2018Marielle Franco foi assassinada em 2018 - Foto: Guilherme Cunha/Alerj

A força-tarefa que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos em 2018, ganhou o reforço de novos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26). 

O grupo conta com oito integrantes. A coordenação é de Bruno Gangoni, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os assistentes dele são os promotores de Justiça Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano.

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A determinação de reforço no grupo, que investiga os assassinatos, foi do procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos. No início do mês, as promotoras Simone Sibílio e Letícia Emile saíram do inquérito.

As duas eram as principais investigadoras do processo, pois estavam acompanhando os trabalhos desde o início. Não houve motivação oficial para a saída de ambas.

“Reforço o compromisso do MP com toda a sociedade e com os familiares das vítimas de que a instituição está empenhada na elucidação do caso. Estaremos com uma grande frente de trabalho, reunindo promotores especializados, dedicados à continuidade das investigações, para a identificação dos eventuais mandantes dos crimes. Reafirmo que a elucidação completa deste caso é uma das prioridades absolutas do MP”, frisou Luciano Mattos.

A vereadora e seu motorista foram mortos na noite de 14 de março de 2018. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Elcio Queiroz foram apontados como executores dos assassinatos, e estão presos. Porém, ainda não se sabe a motivação nem os mandantes do crime.

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