Givanildo Oliveira diz que é fundamental ter posse de bola e marcação forte contra o Avaí

O Náutico enfrenta os catarinenses no próximo sábado (12), às 16h30, na Ressacada, em Florianópolis

André Ferreira (PSC)André Ferreira (PSC) - Foto: Roberto Soares/Alepe

Para o Náutico, a partida contra o Avaí, no próximo sábado (12), às 16h30, na Ressacada, em Florianópolis, é decisiva na luta pelo acesso, assim como para os donos da casa. Os catarinenses estão na quarta colocação com 59 pontos e o Timbu vem logo abaixo com 57. Em caso de derrota, a situação fica muito difícil para os pernambucanos. Para o treinador do alvirrubro, Givanildo Oliveira, se os mandantes vão partir para cima ou não é uma incógnita. Além disso, será fundamental ter a posse da bola e ter a marcação encaixada para sair com o resultado positivo.

“O Avaí só pode ir para cima se estiver com a bola. É do jogo. Qualquer time não pode agredir sem a bola. Por isso, temos que ter a posse da bola. Acredito que o pensamento deles é só de vitória, por jogar em casa. Eles sabem que com o empate ainda tem vantagem de dois pontos, faltando duas rodadas. Ainda não sabemos como eles vêm para o jogo. Nós vamos preparados e sabemos que é um jogo decisivo. Se sairmos de lá com um resultado positivo, estamos mais vivos do que nunca na competição”, declarou. “Quando a marcação está boa, encaixada no meio-campo e compacta, vamos tomar a bola mais fácil. Se a marcação estiver distante, eles vão jogar fácil. Ou seja, tem que marcar bem e ter a posse da bola”, complementou.

Outro fator que pode decidir a partida é a bola parada. O Timbu tem bons cobradores de falta e escanteio, como Marco Antônio e Vinícius, e o Avaí também é forte neste fundamento. Givanildo Oliveira referiu-se a este fundamento como um “câncer no futebol”.

“Essa questão da bola parada é o verdadeiro câncer do futebol. A gente fala, treina e quando vê, toma um gol, principalmente na cobrança de falta do lado e em escanteio ou frontal, raramente. Todo mundo treina, muitos pensam que não, mas treina. Faz parte do futebol e o que mais vemos no futebol é gol de bola parada. Toda rodada sai vários gols neste fundamento. O segredo é treinar cada vez mais e ter atenção nas jogadas”, afirmou.

Uma das características da Era Givanildo Oliveira no Náutico é manter sempre o treino aberto. “No momento que fechei, tinha alguém filmando. Desde que cheguei aqui, não achei necessário utilizar o treino reservado. Mas se precisar, eu fecharei o treino. Não sou muito chegado a isso porque tem o torcedor que vem aqui apoiar. Isso faz parte do futebol”, justificou.

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