Governo de Pernambuco pede ilegalidade da greve da Polícia Civil

PMs e bombeiros serão mobilizados para garantir segurança nas delegacias

Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD)Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) - Foto: Divulgação/Alepe

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Angelo Fernandes Gioia, afirmou em entrevista coletiva na noite desta quinta-feira (20) que o Estado entrou com pedido de ilegalidade da greve da Polícia Civil, decretada hoje e que está marcada para começar a partir da 0h desta sexta (21).

Para garantir o atendimento à população, Gioia afirmou que serão mobilizados policiais militares e bombeiros. Eles não realizarão o trabalho dos policiais civis, mas vão, de acordo com o secretário, garantir a segurança das delegacias e o acesso da população. "Não haverá uma unidade de polícia fechada. Todo o efetivo da PM e dos bombeiros estará à disposição da Policia Civil. Tenho certeza que parte significativa dos policiais civis comparecerá ao trabalho e terão condição de trabalhar. Não vamos admitir invasão de prédio público, piquete, de modo a impedir que a polícia cumpra seu papel e faça seu trabalho", afirmou.

Já o secretário de Planejamento e Gestão, Marcio Stefani, disse que o que o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) pede aumentaria em R$ 40 milhões por mês a folha de pagamento, ou R$ 500 milhões ao ano, o que é, segundo ele, inviável em um cenário de crise econômica em que várias outras categorias de servidores estão sem aumento.

Entre as reivindicações dos policiais, está a implantação de um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PPCV) para a categoria.

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