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Mobilidade Urbana

Governo inicia alargamento da Caxangá no trecho do BRT Capibaribe

Obra amplia número de faixas sem alterar o trânsito e integra intervenções do Corredor Leste-Oeste

Atualmente, os serviços apresentam mais de 68% de avanço físicoAtualmente, os serviços apresentam mais de 68% de avanço físico - Foto: Arthur Mota

O Governo de Pernambuco iniciou, nesta quinta-feira (8), mais uma etapa das obras de alargamento da Avenida Caxangá, no Recife. A intervenção ocorre no trecho da Estação Capibaribe do BRT e prevê a ampliação da via de três para quatro faixas de rolamento em ambos os sentidos, sem necessidade de mudanças no tráfego durante a execução.

Ampliação da via

Nesta fase, uma extensão de 100 metros da avenida recebeu 26 metros cúbicos de concreto. O objetivo é melhorar a fluidez do trânsito no entorno da estação, permitindo ultrapassagens entre ônibus do BRT e garantindo passagem para veículos de emergência.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), o tráfego será mantido normalmente durante os serviços. As interdições ocorrem apenas de forma pontual, quando necessário, com isolamento temporário de faixas.

Etapas da intervenção

O alargamento é realizado em quatro etapas: demolição, escavação, concretagem e capeamento asfáltico. Após essas fases, são executadas a divisão e a sinalização das faixas, além da implantação de rampas de acessibilidade e iluminação pública.

Ao todo, 13 das 14 estações do BRT localizadas na Avenida Caxangá já passaram pelo processo de alargamento. A última será a Estação Barreiras, em Camaragibe, no trecho de ligação com a rodovia PE-05.

As obras fazem parte das intervenções remanescentes do Corredor de Transporte Público de Passageiros Leste-Oeste – BRT, que inclui ainda estações como Abolição, Zumbi, Getúlio Vargas, Forte do Arraial, Parque do Cordeiro, Caiara, BR-101, Riacho Cavouco, Engenheiro Poeta, Padre Cícero e Areinha, além do acesso à PE-027.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Histórico e retomada

As intervenções estavam previstas no contrato original do corredor, cuja conclusão era esperada para 2014. No entanto, a rescisão contratual e entraves administrativos deixaram o sistema operando abaixo da capacidade planejada. Na atual gestão, estudos de viabilidade e projetos executivos permitiram a retomada das obras.

Atualmente, os serviços apresentam mais de 68% de avanço físico e incluem melhorias na urbanização do entorno, sinalização viária e adequações de acessibilidade, conforme normas técnicas vigentes.

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