Mundo

Grupos fazem tributo a professor francês decapitado

Samuel Paty foi morto por suposto islâmico

Protesto em Paris pela morte de um professorProtesto em Paris pela morte de um professor - Foto: Frederick Florin / AFP

Uma 11ª pessoa foi detida neste domingo (18), disse a polícia francesa, enquanto autoridades investigam o assassinato de Samuel Paty, um professor de história que foi decapitado por um suposto islâmico em um ataque que chocou o país.

A revista satírica Charlie Hebdo, cujos escritórios foram atacados em um assassinato em massa há cinco anos, está entre os grupos que organizam uma homenagem a Paty em Paris.

O professor, de 47 anos, foi morto na sexta-feira (16), em frente à sua escola em um subúrbio de Paris. O agressor - de 18 anos, nascido na Rússia e de origem chechena - foi morto a tiros pela polícia logo após o ataque.

O professor havia mostrado a seus alunos neste mês cartuns do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do profeta é blasfêmia.

Veja também

Classes mais altas têm maior potencial de contaminação em repique de casos, diz infectologista
Coronavírus

Classes mais altas têm maior potencial de contaminação em repique de casos, diz infectologista

Protestos contra violência policial deixam 56 mortos e fecham escolas na Nigéria
internacional

Protestos contra violência policial deixam 56 mortos e fecham escolas na Nigéria