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Pernambuco

Igarassu lança cartilha de enfrentamento à violência doméstica e familiar

A ideia visa orientar as vítimas sobre denúncias a esses tipos de crime

A cartilha servirá como forma de prevenção ao crime de feminicídioA cartilha servirá como forma de prevenção ao crime de feminicídio - Foto: Ivonildo Pedro - Secom

A Prefeitura de Igarassu, através da Secretaria Especial da Mulher, anunciou, na última terça-feira (19), a cartilha “Conversando sobre a violência doméstica e familiar: mulheres transformam a sua história”, que servirá como guia de orientação para denúncias sobre esses tipos de crime. Além dessa medida, a cartilha servirá como forma de prevenção ao crime de feminicídio. 
 
“A cartilha surgiu de uma ideia de estimular outras mulheres de quais os serviços existentes no município, como elas buscam esse serviço, onde estão localizados e o que esse serviços podem promover de autonomia e autoestima para elas. É uma cartilha institucional para o contexto da violência doméstica e familiar.”, relata a secretária da Mulher em Igarassu,  Ana Maria Guedes.
 
“Convivemos com números que nos envergonham, mas esse cenário está cada vez mais deixando de ser realidade, porque as mulheres estão se capacitando e se informando. A capacitação é uma forma de empoderamento e a presença feminina está cada vez mais forte nas empresas. Trazer mais uma creche para a cidade, por exemplo, é também uma ação que busca a igualdade de gênero. Por isso, trabalhamos duro para beneficiar as mulheres, não somente através da Secretaria da Mulher, mas pelo apoio do poder público e dos munícipes”, frisou a gestora.
 
O evento contou com a presença da professora Elcione; Dra. Rúbia Celeste, juíza da vara da Mulher de Igarassu; Ana Maria Guedes, secretária da Mulher; Rosângela Abreu (Rosinha), secretária de Políticas Sociais e os vereadores.

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Conheça mais sobre a cartilha
 
Desenvolvida para orientar mulheres, a cartilha representa em sua capa, mulheres vítimas de violência doméstica. Que segundo a Secretária da Mulher em Igarassu, Ana Maria, ao conquistarem o mercado de trabalho conheceram o empoderamento.
 
“Com a autorização delas, colocamos na capa da cartilha, que foi acompanhada pelo técnico de referência. No interior da cartilha, tem as  técnicas com a psicóloga, a assistente social e a advogada. Pensamos nas diferentes formas de violência descritas na lei Maria da Penha, o que esses tipos de violência promovem na saúde mental das mulheres e como sair do ciclo da violência. Na contracapa, colocamos contatos, por exemplo, da Delegacia de Igarassu, da Ouvidoria da Mulher e da Central de Atendimento”, explica a secretária.

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