Joaquim defende a união política de Pernambuco

Joaquim Francisco defende reunião entre os cinco ministros de Pernambuco e os três líderes no Senado

Inaldo SampaioInaldo Sampaio - Foto: Colunista

Observa o ex-governador Joaquim Francisco, um dos dirigentes estaduais do PSDB, que Pernambuco nunca esteve politicamente tão forte como no governo do presidente Michel Temer, porém desarticulado sob o ponto de vista de uma ação coletiva em favor do Estado. Lembra que o Estado ocupa cinco ministérios (Educação, Cidades, Minas e Energia, Defesa e Cultura) e tem três senadores na liderança de seus partidos no Senado (Humberto Costa, Fernando Bezerra Coelho e Armando Monteiro), mas isso não se traduziu até agora em ações concretas em favor dos pernambucanos. Há, diz ele, ações pontuais aqui e acolá, mas falta ainda uma grande reunião política no Palácio do Campo das Princesas, com a presença de todos, convocada pelo governador Paulo Câmara, que deveria ser o maior interessado na “unidade política” do Estado para enfrentar os grandes problemas que o desafiam há algumas décadas.

Joaquim Francisco defende reunião entre os cinco ministros de Pernambuco e os três líderes no Senado

O caos dos “lixões” de Pernambuco
O TCE divulgará hoje (10) o balanço de 2016 sobre a situação dos “lixões” em Pernambuco. Dos 184 municípios, apenas 32 têm aterro sanitário, sendo 4 privados, 6 públicos e 25 controlados. Por dia, segundo o Tribunal, 4 mil toneladas de lixo são colocadas em locais impróprios, sendo que todos os municípios tiveram até agosto de 2014 para transformar seus “lixões” em aterros sanitários.
Consórcio > O deputado João Fernando Coutinho (PSB) esteve ontem em Ribeirão para assistir à eleição do correligionário Reginaldo Moraes (PSB), prefeito de Cortês, para presidente do Consórcio dos Municípios da Mata Sul (14 municípios). O vice, igualmente do PSB, é o prefeito Marquinhos Moura (Maraial).
Receita > A Prefeitura do Recife, apesar da crise que assola o país, calcula que arrecadará este ano de receita própria cerca de R$ 1 bilhão, sendo R$ 700 milhões de ISS e R$ 300 milhões de IPTU.

Estadual > O deputado federal Adalberto Cavalcanti (PTB) já comunicou aos correligionários de Petrolina e Afrânio que não disputará a reeleição em 2018 e sim uma cadeira de deputado estadual.
Auditoria > Repercutiu mal no TCE declaração de Pedro Eurico (Direitos Humanos) de que auditoria no sistema prisional do país, sugerida pela ministra Ana Arraes (TCU), seria “irrelevante e equivocada”.
Perfuratriz > Eleito na semana passada para a presidência do Consórcio dos Municípios do Pajeú e do Moxotó, o prefeito de Flores, Marcone Santana (PSB), aliado do deputado Danilo Cabral, recebeu ontem em comodato, da Secretaria de Agricultura, uma perfuratriz que ficará à disposição dos prefeitos até dezembro.
Unidade > O senador Armando Monteiro (PTB) interveio nos bastidores pela retirada da candidatura de Arlindo Capitani (PRB) à prefeitura de Ipojuca, em prol da unidade das oposições, cujo candidato é Célia Sales (PTB). Ela é casada com o ex-vereador Romero Sales, mais votado na eleição passada com 32.496 votos.
Equívoco > O advogado José Paulo Cavalcanti Filho, que atua fortemente nos tribunais superiores (DF), acha que o presidente Michel Temer se equivocou ao indicar o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, para a vaga de Teori Zavascki no STF. A seu ver, a Suprema Corte estaria melhor contemplada se recebesse um ministro oriundo do próprio Poder Judiciário (STJ), após ter recebido dois advogados: Luiz Roberto Barroso e Edson Fachin.

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