PENTECOSTES DA PAZ

Louvor e emoção no Dia de Pentecostes, em Assis, na Itália 

O Dia de Pentecostes representa para os cristãos o dia em que os apóstolos de Jesus recebem o Espírito Santo

Louvor e emoção no Dia de Pentecostes, na Itália Louvor e emoção no Dia de Pentecostes, na Itália  - Foto: Pentecostes da Paz/Leusa Santos/Folha de Pernambuco

Cerca de 1.500 de fiéis reúnem-se neste domingo, Dia de Pentecostes, no auditório do Teatro Lirick, em Assis, na Itália, para fazer um apelo uníssono pela paz. 

A celebração, que ocorre neste fim de semana em Assis, é promovida pela comunidade católica Obra de Maria (@obrademariaoficial). O evento, programado originalmente para ocorrer em Jerusalém, precisou ser transferido para Assis devido à guerra entre o Hamas e Israel, que começou em outubro do ano passado e já deixou milhares de mortos e o mundo em alerta. 

O Dia de Pentecostes representa para os cristãos o dia em que os apóstolos de Jesus recebem o Espírito Santo. Conforme inscrito no trecho bíblico: 

“chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos dos Apóstolos 2.1-4)

A manhã deste domingo é dedicada a orações e adoração, momentos em que os fiéis se emocionam ao reverberarem a necessidade de renovação e paz interior, vivenciando a experiência transmutadora da renovação carismática católica.

“Esse é o Pentecostes da Paz, o mundo nunca esteve tão necessitado de paz”, disse o padre Fábio de Melo (@pefabiodemelo) durante sua pregação no Dia de Pentecostes, em Assis, na Itália. O religioso alertou para que os fiéis vivenciem os ensinamentos de amor deixados por Cristo e falou da importância de não cultivar o ódio.

“Todo mundo tem uma faixa de Gaza dentro de si”, disse, fazendo uma analogia com os conflitos entre o Hamas e Israel, que ocorrem desde outubro do ano passado. “Ou eu odeio, ou eu sou cristão. Os dois não podem”, destacou.

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