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Maioria dos comerciantes respeita decreto que obriga uso de máscaras em SP

Medida prevê multa de R$ 276,10 a R$ 276,1 mil para pessoas físicas e jurídicas, segundo Código Sanitário Estadual

Bruno Covas, prefeito de São PauloBruno Covas, prefeito de São Paulo - Foto: Agência Brasil/Divulgação

Os comerciantes da região central de São Paulo amanheceram nesta quinta-feira (7) atentos ao decreto do governo estadual que determina o uso obrigatório de máscaras por funcionários e clientes.

A reportagem visitou estabelecimentos na região da Sé, da Liberdade, da República, da Santa Cecília e de Higienópolis e constatou que a maioria dos locais respeitavam a determinação, adotada como forma de proteção contra o novo coronavírus.
Em apenas três locais -um mercado, uma farmácia e uma banca de jornal- dois funcionários e um cliente foram flagrados sem máscaras.

O decreto prevê multa de R$ 276,10 a R$ 276,1 mil para pessoas físicas e jurídicas, segundo Código Sanitário Estadual. Segundo a norma do estado, a fiscalização fica a cargo das prefeituras. O prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou nesta quinta, porém, que o município não tem capacidade para multar cidadãos que desrespeitarem as normas.

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Assim, a fiscalização na capital, que ficará a cargo das subprefeituras, será feita sobre os estabelecimentos comerciais que desrespeitarem as regras, que é onde a prefeitura pode atuar, segundo o prefeito. A reportagem não encontrou nenhum fiscal nos locais visitados.

O uso de máscara também é obrigatório por pedestres nas ruas. Também na manhã desta quinta, várias pessoas foram flagradas sem o uso da proteção. Cabe à Policia Militar a fiscalização.

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