Mistura de ritmos marca os 70 anos do Bal Masqué
Jojo Todynho comandou a prévia, que rolou na noite de sábado (27)
O Bal Masqué, um dos mais tradicionais bailes carnavalescos do Recife, celebrou, neste sábado (27), no Clube Internacional, os seus 70 anos de festa. A noite começou com o desfile de fantasias de luxo. Foram convidados os cinco mais premiados concorrentes do tradicional concurso de fantasias do baile, que foi cancelado nesta edição. Eles desfilaram e receberam uma homenagem de Jorge Luiz Gil Rodrigues.
Silvana Salazar abriu os festejos no palco principal, vestida com muito brilho e dourado, e colocou todo mundo pra dançar. Logo após, o público recebeu Preta Gil. Entre os sucessos no repertório, “Sinais de Fogo”, Como você quer” e o lançado recentemente, “Decote”, em parceria com Pabllo Vittar.
O terceiro a subir ao palco foi Alceu Valença, que levou o público ao delírio com o seu setlist: “Ciranda”, “Diabo Loiro”, “Bom Demais” e “Voltei, Recife”. Na metade do seu show, o cantor fez uma pausa para receber a placa de homenagem do Bal Masqué, entregue por Claudionor Gil Rodrigues.
Jojo Todynho foi o ponto alto da noite. Dona de um dos hits do Carnaval, “Que Tiro Foi Esse”, a funkeira investiu em releituras de Anitta, Ludmilla, Tati Quebra Barraco, entre outros nomes do funk carioca, para seu repertório no Bal Masqué. Já com o dia claro, a banda Babado Novo encerrou o evento entoando os sucessos mais recentes, como “Decidinha” e “Molinha”.

Ramon e Larissa Trindade foram curtir o Bal Masque direto do bloco De Bar Em Bar - Crédito: Jonas Liberato/Divulgação






