MPPE diz que não pedirá proibição de vaquejada

Por meio do documento, os promotores de Justiça condicionam esses eventos a normas que garantam o bem-estar dos animais.

Líder da oposição na Alepe, Silvio Costa Filho (PRB)Líder da oposição na Alepe, Silvio Costa Filho (PRB) - Foto: Jarbas Araújo/Alepe

 

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) afirmou, ontem, em nota técnica, que nenhuma solicitação de proibição das vaquejadas no Estado será enviada ao Tribunal de Justiça (TJPE). Com isso, o órgão continuará atuando segundo as orientações do Acordo de Cooperação Técnica firmado com a Associação Brasileira de Vaquejada (Abvaq).

Por meio do documento, os promotores de Justiça condicionam esses eventos a normas que garantam o bem-estar dos animais. O posicionamento, no entanto, divide opiniões das associações. Para o presidente da Abvaq, Paulo Fernando Filho, o MPPE mostra que acompanhou a evolução da vaquejada.

 "Não há maus-tratos", disse. Já para a representante da Associação Brasileira de Vaqueiras (Abrava), Eduarda Medeiros, a nota técnica não assegura a prática do esporte. "Se um juiz cismar, pode provocar o STF." Ontem, após o Ceará, a vaquejada foi proibida na praia do Forte, na Bahia. Um protesto está marcado para próximo dia 25, em Brasília.

 

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