Aviação do Iraque anuncia morte de "número 3" do Estado Islâmico

Em um comunicado, as milícias - lideradas por xiitas - identificaram o terrorista como Abu Suhaib

Batalha por Mossul tem deixado sequelasBatalha por Mossul tem deixado sequelas - Foto: Ahmad Al-Rubaye/AFP

A aviação do Iraque matou nesta sexta-feira (4) o "número três" na linha de comando do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em um bombardeio ao oeste de Mossul, informaram as milícias pró-governamentais Multidão Popular.

Leia também:
Cineasta venezuelano é detido por caso de piloto acusado de terrorismo
Aeroportos aumentam revista de passageiros que vão para os Estados Unidos
Iraque registra 241 mortes de civis em julho, menor cifra desde março de 2013
Bombardeio iraquiano mata 30 membros do Estado Islâmico perto da síria

Em um comunicado, as milícias - lideradas por xiitas - identificaram o terrorista como Abu Suhaib e explicaram que a Brigada 13 da Multidão Popular informou à aviação iraquiana sobre o local onde ele estava, na área da Al Yegefi, perto da fronteira com a Síria.

Também hoje, supostos integrantes do Estado Islâmico assassinaram um oficial das forças de segurança iraquianas e sequestraram outro em uma emboscada contra o veículo em que ambos viajavam, na comarca de Al Qayara, ao sul de Mossul, segundo informou à Agência EFE o prefeito da região, Saleh al Yaburi.

Mossul foi até o mês passado o principal bastião do EI no Iraque, onde o grupo conquistou amplas áreas do norte e o oeste do país.

As autoridades declararam a vitória sobre Mossul, após terem expulsado os jihadistas do centro histórico da cidade, após mais de oito meses de duros combates.

No entanto, os jihadistas ainda controlam territórios como a comarca de Tel Afar, ao oeste da cidade, e outras áreas perto da fronteira com a Síria.

Veja também

Oxigênio enviado a Manaus pela Venezuela cruza fronteira com o Brasil
Solidariedade

Oxigênio enviado a Manaus pela Venezuela cruza fronteira com o Brasil

Imunidade contra a Covid-19 pode ser maior que seis meses, afirma estudo
Coronavírus

Imunidade contra a Covid-19 pode ser maior que seis meses, afirma estudo