China remodela governo com 11 novos ministros

Na cerimônia, os 26 ministros, tanto os novos como os que permanecem no cargo, foram inicialmente nomeados pelo primeiro-ministro Li Keqiang, que foi reeleito

Novos ministros do governo chinêsNovos ministros do governo chinês - Foto: Fred Dufour / AFP

O governo da China se renovou nesta segunda-feira (19) com 11 novos rostos em seu gabinete ministerial, entre eles, um novo ministro da Defesa, Wei Fenghe, em substituição a Chang Wanquan; e outro da Justiça, Fu Zhenghua, que entra no lugar de Zhang Jun, que agora ocupa o cargo de procurador-geral do estado.

Wang Zhigang é o novo ministro de Ciência e Tecnologia, e Liu Kun o responsável pelas Finanças, enquanto o seu antecessor, Xiao Jie, foi promovido a conselheiro de estado.

Para o Ministério de Recursos Humanos e Seguridade Social foi nomeado Zhang Jinan, enquanto Lu Hao ocupará o Ministério de Recursos Naturais, e E Jingping o de Recursos Hídricos.

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Ma Xiaowei substitui Li Bin no Ministério da Saúde, e os dois novos ministérios criados após a reestruturação aprovada na semana passada serão dirigidos por Wang Yupu (Atendimento de Emergência) e Sun Shaocheng (Assuntos de Veteranos).

No Banco Popular da China, o banco central do país, instituição com categoria de ministério no organograma do regime, Zhou Xiaochuan deixa o cargo após 15 anos para ser substituído pelo vice-governador Yi Gang.

As mudanças afetam dez dos 26 ministérios e instituições com categoria ministerial na China, onde continuarão os mesmos nomes à frente de ministérios importantes, como Relações Exteriores, com Wang Yi; Planejamento Econômico, com He Lifeng; e Segurança Públca, com Zhao Kezhi, que também permanece como conselheiro de Estado.

Na cerimônia, os 26 ministros, tanto os novos como os que permanecem no cargo, foram inicialmente nomeados pelo primeiro-ministro Li Keqiang, que foi reeleito ontem, e a lista foi votada em seguida pelos cerca de três mil legisladores da Assembleia Nacional Popular, o principal órgão do Poder Legislativo chinês.
As informações são da agência de notícias EFE.

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