Corpos superconservados são achados em pântanos europeus

Os pesquisadores que tem estudado esses raros casos acreditam que as tumbas lamacentas serviam como locais para depósito de sacrifícios religiosos

Habitantes do Agreste Central participaram do seminário regional do Todos por Pernambuco, que já contabiliza mais de 16 mil interaçõesHabitantes do Agreste Central participaram do seminário regional do Todos por Pernambuco, que já contabiliza mais de 16 mil interações - Foto: Heudis Regis/ SEI

Corpos, datados de mais de 2.000 anos atrás e extremamente bem conversados, têm sido encontrados nos pântanos europeus.

Os pesquisadores que tem estudado esses raros casos acreditam que as tumbas lamacentas serviam como locais para depósito de sacrifícios religiosos -no caso, pessoas mortas como oferendas a divindades- durante a Idade de Ferro (que se iniciou em 1.200 a.C. na Ásia e Europa).

Através de autópsias, os pesquisadores conseguiram identificar que praticamente todos os corpos encontrados tinham sido vítimas de mortes violentas, entre elas, enforcamentos e gargantas cortadas.

A Dinamarca, por contar com grandes concentrações de pântanos, concentra também a maior parte dos corpos. A assustadora conservação dos cadáveres, de forma geral, deve-se aos ácidos produzidos pelo musgo presente nos pântanos.

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