Foto de manifestante venezuelano em chamas concorre à melhor do mundo

Prêmio World Press Photo é oferecido ao fotógrafo que capturou com "criatividade e talento visual (...) uma imagem, ou acontecimento de grande importância jornalística produzido no ano passado"

Corpos de refugiados Rohingya cobertos no chão após o barco no qual cerca de 100 pessoas fugiam de Myanmar afundar antes de chegar à costa de Bangladesh, em 28 de setembro de 2017. Apenas 17 pessoas sobreviveram.Corpos de refugiados Rohingya cobertos no chão após o barco no qual cerca de 100 pessoas fugiam de Myanmar afundar antes de chegar à costa de Bangladesh, em 28 de setembro de 2017. Apenas 17 pessoas sobreviveram. - Foto: Patrick Brown, da Panos Pictures, para a Unic

O conceituado prêmio World Press Photo é oferecido ao fotógrafo que capturou com "criatividade e talento visual (...) uma imagem, ou acontecimento de grande importância jornalística produzido no ano passado". O vencedor será anunciado em 12 de abril.

Um dos concorrentes à melhor foto do ano, é o fotógrafo Ronaldo Shemidt, com espetacular imagem de um manifestante venezuelano envolto em chamas durante uma manifestação de protesto em Caracas.

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Essa imagem do fotógrafo da AFP baseado no México, mas de nacionalidade venezuelana, competirá com outros quatro indicados a este prestigioso prêmio anual, anunciou a Fundação World Press Photo em Amsterdã, nesta quarta-feira (14).

Shemidt concorre com Patrick Brown, da Panos Pictures, indicado por uma dura fotografia de corpos de refugiados rohingyas afogados; com Adam Ferguson, do jornal "The New York Times", com uma sombria imagem de uma das vítimas do Boko Haram; o fotógrafo da Reuters Toby Melville, com sua foto de uma pedestre ajudando uma mulher ferida, após o atentado na ponte de Westminster, em Londres; e Ivor Prickett, também da Panos Pictures, com duas imagens de Mossul.

Schemidt, de 46 anos, que deixou a Venezuela há 18 anos, disse à AFP que é "muito importante" para ele receber este "reconhecimento".

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