Governo e oposição começam diálogo na Venezuela

Sua abertura não significa que vamos paralisar a luta”, declarou o secretário-executivo da Mesa da Unidade Democrática, Jesús Torrealba

 Monsenhor Claudio Maria Celli conversou com Maduro Monsenhor Claudio Maria Celli conversou com Maduro - Foto: venzuelam presidency/AFP

 

A oposição venezuelana advertiu ontem que o prosseguimento do diálogo depende dos “gestos” do governo e garantiu que mantém sua ofensiva para destituir o presidente Nicolás Maduro, em meio a um crescente clima de desconfiança e divisão interna. “Dos gestos concretos do governo dependerá o sucesso e a continuidade do diálogo. Sua abertura não significa que vamos paralisar a luta”, declarou o secretário-executivo da Mesa da Unidade Democrática, Jesús Torrealba.
O governo venezuelano e a oposição iniciaram um diálogo para resolver a grave crise política, após semanas de escalada do conflito, com o apoio do Papa Francisco e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). A libertação dos presos políticos, eleições antecipadas ou a reativação do referendo revogatório são as principais exigências da MUD.
As partes concordaram com um novo encontro no dia 11 de novembro em Caracas, mas antes trabalharão em mesas separadas sobre temas como respeito ao estado de direito; justiça, direitos humanos, reconciliação; crise econômica e social; e eleições.

 

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