Museus e monumentos da França reabrem em 2 de junho

Salas de exposições e teatros também voltarão a receber o público

Museu do Louvre, na FrançaMuseu do Louvre, na França - Foto: Thomas Samson/AFP

A França dará mais um passo em direção ao retorno à normalidade com a reabertura de seus restaurantes, cafés e museus na próxima terça-feira, mas com restrições e sob rigorosas medidas de precaução para evitar um surto de coronavírus.

"Embora devamos permanecer cautelosos, as notícias são boas na área da saúde", disse o primeiro-ministro Edouard Philippe ao apresentar a segunda fase de desconfinamento que entrará em vigor em 2 de junho.

A partir de terça-feira, os franceses poderão ir a restaurantes, cafés e bares novamente, mas terão que respeitar um limite máximo de dez pessoas por mesa e manter uma distância mínima de um metro entre cada grupo.

Em Paris, atingida pela pandemia e onde o vírus continua a circular mais ativamente do que no resto do país, somente restaurantes e bares com terraços poderão funcionar, restringido-se à área externa.

Os museus e monumentos, fechados por mais de dois meses, também receberão o público novamente na próxima semana, mas o uso de máscaras será obrigatório.

Da mesma forma, os grandes parques de Paris, como Buttes Chaumont ou Montsouris, pulmões verdes da capital francesa, abrirão suas portas na próxima semana.

A reabertura desses espaços verdes em uma das capitais mais densamente povoadas do mundo foi motivo de disputa entre a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, a favor da reabertura, e o governo, que se opôs a isso para evitar a concentração de pessoas.

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Da mesma forma, os 67 milhões de franceses, que desde 11 de maio só podiam viajar em um raio de menos de 100 quilômetros de seu local de residência, poderão circular livremente por todo o país. "A liberdade será a regra e a exceção será a restrição", disse Edouard Philippe.

Philippe também disse que é a favor de reabrir as fronteiras internas da Europa a partir de 15 de junho.

Quanto às fronteiras externas, "a decisão será tomada coletivamente com todos os países europeus até 15 de junho", afirmou.

A França, um dos países mais afetados pela pandemia no mundo, acrescentou 28.596 mortes até o momento, segundo o Ministério da Saúde.

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