OMS: após novos ataques na Síria, Aleppo não tem mais hospitais

ONG Médicos Sem Fronteiras informou que os danos causados pelos bombardeios de forças governistas e da Rússia "são enormes".

Conselheiro do TCE, Valdecir PascoalConselheiro do TCE, Valdecir Pascoal - Foto: Atricon/Divulgação

Os novos bombardeios sobre a cidade síria de Aleppo causaram mais um drama para a população: o último hospital no local foi destruído e está fora de uso. A notícia foi confirmada neste sábado (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a representante da entidade na Síria, Elizabeth Hoff, todas as organizações não governamentais que atuam na região "confirmaram que todos os hospitais estão fora de serviço".

Por sua vez, a ONG Médicos Sem Fronteiras, que atendia tanto nas estruturas já existentes como em postos móveis, informou que os danos causados pelos bombardeios de forças governistas e da Rússia "são enormes".

"Precisaram interromper as atividades. O hospital pediátrico foi atacado pela segunda vez, três andares ficaram destruídos e agora ele não opera mais. Com poucos médicos remanescentes e os suprimentos que não podem entrar, o sistema sanitário está de joelhos e não sabemos se poderá voltar a funcionar", disse a ONG, em nota.

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