Os furacões mais mortíferos na América nas últimas décadas

Em outubro, o furacão Sandy golpeou o estado de Nova Jersey antes de atravessar a cidade de Nova York

Berenice Procura Berenice Procura  - Foto: Internet / Reprodução

O poderoso furacão Matthew, que nesta quinta-feira (6) avança em direção ao estado americano da Flórida, depois de ter causado a morte de mais de 100 pessoas no Haiti, é a mais recente supertempestade a atingir o continente americano.

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Confira alguns furacões antecedentes na região nas últimas duas décadas:

2013, México: Manuel e Ingrid

Em meados de setembro, as tempestades Manuel, na costa do Pacífico, e Ingrid, na costa atlântica do Golfo do México, causaram chuvas torrenciais que afetaram 22 dos 32 estados mexicanos. Ao menos 157 pessoas morreram e 1,7 milhão perderam suas casas.

2012, Estados Unidos: Sandy

Em 29 de outubro, o furacão Sandy golpeou o estado de Nova Jersey antes de atravessar a cidade de Nova York, com ventos com força de furacão em uma região densamente povoada. Deixou cerca de 200 mortos, incluindo 40 em Nova York, provocou inundações maciças e danificou a infraestrutura da cidade. Antes de atingir os Estados Unidos, tinha afetado o Caribe, causando 54 mortes no Haiti e 11 em Cuba.

2008, Haiti: Hanna

Em 3 de setembro, o furacão Hanna atingiu o Haiti, deixando ao menos 500 mortos. A passagem sucessiva das tempestades Fay, Gustav, Hanna e Ike deixou um total de 1.100 mortos e desaparecidos no período de um mês.

2005, Estados Unidos: Katrina

Mais de 1.800 pessoas morreram ao longo da Costa do Golfo dos Estados Unidos entre 29 e 30 de agosto, quando o furacão Katrina tocou terra. Um milhão de pessoas foram evacuadas, e os custos financeiros da tragédia ultrapassaram 150 bilhões de dólares.

2004, Haiti: Jeanne

As inundações causadas pelo furacão Jeanne entre 17 e 19 de setembro deixaram mais de 3.000 mortos e 300.000 pessoas sem casa.

1998, América Central: Mitch

Entre 26 de outubro e 5 de novembro, o furacão Mitch deixou mais de 9.000 mortos e desaparecidos e 2,5 milhões de pessoas ficaram sem suas casas, a maioria em Honduras e na Nicarágua, dois dos países mais pobres da América Latina. O fenômeno foi acompanhado, ainda, pela erupção de um vulcão no noroeste de Manágua.

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