EUA-IRÃ

Tensão com mísseis balísticos nos EUA e Irã

Obama fracassou na hora de responder adequadamente às iniciativas malignas de Teerã

Mike Flynn (D) anunciou política mais dura com  o IrãMike Flynn (D) anunciou política mais dura com o Irã - Foto: Nicholas kamm/AFP

 

O assessor de segurança nacional dos Estados Unidos, Mike Flynn, anunciou na última quarta-feira (1) a adoção de uma política mais dura com relação ao Irã, ao condenar um teste recente com míssil e destacar que está “advertindo oficialmente o Irã” sobre sua conduta. “O governo Obama fracassou na hora de responder adequadamente às iniciativas malignas de Teerã”, disse Flynn. 


“O Irã se sente agora encorajado”, acrescentou o assessor de Trump, acrescentando que “a partir de hoje, estamos advertindo oficialmente o Irã”.

Considerando que o recente teste com um míssil constitui uma violação da resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, o assessor acrescentou que o governo do ex-presidente Barack Oba­ma “não teria respondido de forma adequada às ações nefastas” de Teerã.

“O governo Trump condena tais atos que fragilizam a segurança, a prosperidade e a estabilidade no Oriente Médio e além, pondo vidas americanas em risco”, afirmou Flynn.

O ministro de Defesa iraniano, general Hossein Dehghan, confirmou a realização do teste com míssil, mas afirmou que não constitui uma violação do acordo nuclear, segundo a agência Isna.

“Esta ação não está em contradição com o acordo nuclear, nem com a resolução 2231” da ONU que o ratificou, declarou Dehghan, acrescentando que o teste se inscreve na “continuidade do programa defensivo” do Irã.

O Irã havia pedido na terça-feira a Washington que não acredita em novas tensões por seu programa de mísseis balísticos em um clima envenenado pela decisão de Trump de proibir aos iranianos e aos cidadãos de outros seis países de maioria muçulmana viajar aos Estados Unidos.

 

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