Trump anuncia data e local de reunião com Kim Jong Un

A cúpula entre Trump e Kim deverá acontecer no dia 12 de junho em Singapura. O anúncio foi feito após a liberação de três americanos que estavam detidos na Coreia do Norte.

Presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong UnPresidente dos EUA, Donald Trump, e o líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong Un - Foto: Mandel Ngan / AFP / KNCA via KNS

A esperada cúpula entre Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un será em 12 de junho em Singapura, anunciou nesta quinta-feira (10) o presidente americano no Twitter. "Vamos fazer com que seja um momento especial para a paz mundial!", ressaltou Trump em sua mensagem.

O anúncio é feito depois que Pyongyang libertou três cidadãos americanos que estavam detidos na Coreia do Norte. "Tenho o prazer de anunciar-lhes que o secretário de Estado, Mike Pompeo, está no ar e de volta da Coreia do Norte com três maravilhosos cavalheiros que todo mundo está esperando ansiosamente", escreveu o presidente no Twitter.

"Parecem estar bem de saúde", acrescentou, anunciando, sem esconder sua emoção, que os receberá pessoalmente quando chegarem à base militar de Andrews, perto de Washington, às 02h00 locais de quinta-feira (03h00, em Brasília).

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Dois dos libertados, o especialista agrícola Kim Hak-song e o ex-professor Tony Kim, foram presos em 2017, enquanto Kim Dong-chul, um empresário americano nascido na Coreia do Sul e pastor de cerca de 60 anos, havia sido condenado a 10 anos de trabalhos forçados em 2016.

A Casa Branca disse que os três homens caminharam sem ajuda até um avião da Força Aérea americana que os tirou da Coreia do Norte junto com Pompeo. Um segundo avião, com mais equipamentos médicos, os aguardava na Base da Força Aérea de Yokota, nos arredores de Tóquio.

A família de Tony Kim agradeceu a "todos os que trabalharam e contribuíram e seu retorno para casa", e especificamente a Trump por "se envolver diretamente com a Coreia do Norte".

"Pedimos que continuem orando pelo povo norte-coreano e pela libertação de todos os que ainda estão detidos", assinalou em comunicado.

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