Músicos se unem para ensinar a letra de Vassourinhas ao público no Marco Zero

Movimento acontece por volta de 18h, antecedendo a abertura do Carnaval do Recife

Orquestra de frevoOrquestra de frevo - Foto: Palula Brasil/Cortesia

Antes da abertura oficial do Carnaval do Recife, previsto para acontecer nesta sexta-feira (9), um grupo de mais de 100 músicos de diversas orquestras se unem para fazer um cortejo musical em direção ao Marco Zero. A ação é organizada pelo maestro Formiga, da Orquestra Popular do Recife. A concentração acontece a partir das 17h, em frente ao Banco do Brasil, na avenida Rio Branco. De lá, às 18h os músicos seguem em direção à praça principal, onde serão distribuídos panfletos com a letra da canção Vassourinhas - hino do Carnaval pernambucano.

O cantor Ed Carlos, que vai participar do momento, explicou a história. “Vamos ensinar o público a cantar Vassourinhas. Muitos pensam que é apenas uma música orquestrada. Mas a letra é praticamente uma canção de ninar”, disse. “Será a primeira vez que haverá essa grande união de artistas. Vamos cantar no chão, sem microfone, para ensinar o povo”, concluiu. Os panfletos com a letra de Vassourinhas já foram impressos.

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Festança
É ao som dos clarins de Momo que será anunciado esta sexta a abertura oficial do Carnaval 2018 no Recife. Em reverência ao ritmo que dá força e alma aos dias de folia, e que celebra nesta sexta-feira 111 anos, a história do frevo será contada por meio do espetáculo "Frevo do Mundo", no palco do Marco Zero, no Bairro do Recife.

A imersão pela musicalidade irreverente que só o frevo traz começará às 18h, com vários cortejos e, às 19h, a largada para o Carnaval será dada por Renato Artur Luz de Queiroz e Sabrina Feliciano da Silva, eleitos Rei e Rainha do Carnaval 2018.

Figuras consagradas e responsáveis por levar o frevo para o mundo como Antônio Nóbrega, Maestro Spok, Maestro Forró, André Rio, Almir Rouche, Marrom Brasileiro, Banda de Pau e Corda, entre outros, se juntarão ao Quinteto Violado - que criou o espetáculo em parceria com a Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura do Recife - e a orquestra do Maestro Duda, no musical que narra o passado, o presente e o futuro do frevo.

Hinos como “Banho de Cheiro”, “Madeira que Cupim não Rói” e “Me segura que senão eu caio”, prometem agitar ainda mais a festa. Sobem ao palco os grupos de dança do Studio Viegas e mais de 20 blocos líricos tradicionais. O espetáculo também traz a tecnologia na apresentação do Grupo Pachka.

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