Não sou igual ao Bolsonaro e não apoio integralmente as posições dele, diz Doria

Doria citou diferenças em relaçãos aos temas ditadura militar e direitos das mulheres

João Doria defende o apoio a Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciaisJoão Doria defende o apoio a Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais - Foto: Nelson Almeida/AFP

No primeiro pronunciamento após o fim do primeiro turno, o candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, afirmou nesta segunda-feira (8) não ser igual ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e citou diferenças em relação a ele nos temas da ditadura militar e das mulheres.

Neste domingo (7), ele anunciou apoio ao militar contra o PT no segundo turno da campanha presidencial. "Não sou igual ao Bolsonaro e não apoio integralmente as posições dele", disse, ao ser questionado sobre a ditadura militar. "Endosso sim as políticas econômicas."

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Questionado sobre outra diferença com o militar, disse: "Meu apoio às mulheres". Na entrevista, ele tentou colar em Márcio França (PSB), seu adversário no segundo turno ao governo paulista, a imagem de esquerdista. "Márcio França representa a velha política, populista, genérico do PT", disse. Doria afirmou também que os eleitores não vão "aceitar as ordens" de Paulo Skaf (MDB), ao ser perguntado sobre eventual apoio do candidato derrotado a França.

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