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Nem Kassab fechou com Rogério Rosso

A maioria dos membros da bancada federal pernambucana já se comprometeu com a reeleição de Rodrigo Maia

 Presidente da Codevasf assegurou recursos e ampliação de projetos em Santa Maria da Boa Vista e Orocó Presidente da Codevasf assegurou recursos e ampliação de projetos em Santa Maria da Boa Vista e Orocó - Foto: Divulgação

O deputado Rogério Rosso está sendo aguardado hoje no Recife para dar seguimento a sua campanha à presidência da Câmara Federal. Cumpre o mesmo ritual que já foi cumprido pelo atual presidente, Rodrigo Maia, que inclui uma visita protocolar ao governador Paulo Câmara e um encontro gastronômico com membros da bancada pernambucana. Sair de Brasília em período de recesso parlamentar, ainda mais em ano de eleição para a escolha dos novos membros da mesa diretora, faz parte do código da política. Mas Rosso nada tem a lucrar com a visita que fará hoje a Pernambuco. Primeiro, porque a bancada pernambucana, em peso, já se comprometeu com Rodrigo Maia. Em segundo lugar, porque Rosso era integrante do grupo de Eduardo Cunha, o ex-presidente que se encontra preso em Curitiba e isso conta ponto em seu desfavor. Por último, nem mesmo o ministro Kassab, presidente do partido de Rosso, o apoia.

Assessoria de nível e sem custo
Prefeitos pernambucanos foram convocados pelo TCE para participar amanhã, em seu auditório, de um seminário sobre gestão pública. Muitos não valorizam esse tipo de convite, o que é um erro. Lá estarão técnicos do mais alto nível para orientá-los sobre como gerir os recursos públicos. Se todos seguissem as recomendações feitas, o índice de rejeição de contas no Estado seria próximo de zero.

Cena macabra > Ex-deputado pernambucano que mora em Roraima há 40 anos disse à coluna que chacina em presídios de lá não é novidade. Quem não obedecer às ordens das respectivas facções é decapitado com a naturalidade de quem toma um copo d’água e a cabeça usada para partidas de futebol.

Longevo > Madalena Brito (PSB), prefeita reeleita de Arcoverde, manteve Albérico Pacheco na Secretaria de Cultura. Ele está há 20 anos no cargo: 8 com Rosa Barros, 8 com Zeca Cavalcanti e 4 com a atual.

Pressa > Já se nota neste início de ano uma agilização considerável nas obras da Adutora do Agreste após o presidente Michel Temer ter garantido ao governador Paulo Câmara que iria priorizá-la.

Parceria > Pernambuco pode ter pulado uma fogueira com a falência da empresa que construía o presídio de Itaquitinga porque a prática tem mostrado que cadeia gerida por PPP só deu certo em MG.

Almoço > Foram vistos num restaurante do Recife o presidente da Fundaj, Luiz Otávio e seu tio Roberto Magalhães. Este, quando governador, só começava obra nova em Pernambuco quando o sobrinho, então secretário da Fazenda, dizia ter dinheiro em caixa. Era o chamado “dinheiro azul e branco”.

Hegemonia > O vice-governador Raul Henry tem dado atenção especial ao novo prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro, que além de ser também peemedebista foi o homem que conseguiu interromper os 16 anos de hegemonia do PSB naquele município - 8 de Creusa Pereira e 8 de Marcones Sá.

Exílio > Mário Soares, o ex-premier e ex-presidente de Portugal que morreu, sábado, aos 92 anos, e será sepultado amanhã, em Lisboa, tive uma relação pessoal muito próxima com três políticos pernambucanos que lutaram contra a ditadura militar, cá, enquanto ele lutava contra a de lá (Oliveira Salazar): Miguel Arraes, Marcos Freire e Fernando Lyra. Com Arraes ele chegou a trocar cartas, na década de 70, quando ambos se encontravam exilados.

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