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No Dia do Corno, conheça o 'Cuckold' ou o fetiche em ser traído

Pesquisa realizada por rede social de swing detalha interesse em ver a traição e até ser chamado de corno durante o ato

Foto: Pixabay

Nesta segunda-feira, 25 de abril, é celebrado o Dia do Corno, em homenagem a todos os traídos. Dentro desse universo, é possível encontrar uma gama de sentimentos, da ira ao prazer, que já resultaram em diversas poesias, letras de música, filmes, peças de teatro, entre outras manifestações artísticas. Para muitos, dentro de uma relação, ser corno é o grande medo. Mas, para outros, não só é aceitável, como é objeto de desejo, com muitos tendo preferência por assistir o ato.

Esse tipo de fetiche é conhecido como ‘Cuckold’, praticado por milhares de pessoas no Brasil de acordo com pesquisa realizada pela rede social de sexo liberal Sexlog, em alusão ao Dia do Corno. 

A pesquisa, realizada com 32 mil pessoas dentro da plataforma, mostra as diferentes preferências em meio à prática do ‘Cuckold’. Dentre os entrevistados, 77% declararam conhecer a prática e 49% afirmaram já ter feito uso. 
 
Além do prazer em ver, há grande preferência por parte dos homens em ser chamado de Corno durante o ato, totalizando 66,2%, de acordo com a pesquisa do Sexlog. 
 
Entre os homens solteiros, 86,1% desejam praticar o ato caso tenham oportunidade. 
 
Com os casais praticantes, 74,4% das mulheres afirmaram aceitar sem problema o fetiche do parceiro. Enquanto 62,8% dos homens informaram que suas parceiras não tiveram problemas em aceitar o fetiche. 77% dos casais afirmaram que costumam gravar a relação. 
 
No país, o Pará foi o estado que registrou maior participantes da prática ‘Cuckold', com 53% das respostas.

Já o Distrito Federal é o estado com maior conhecimento sobre o ‘Cuckold’, com 80% das respostas. 


 
Afinal, de onde surgiu o Dia do Corno?
Apesar da popular associação com os traídos no Brasil, a data, originalmente, era celebrada em Portugal como uma festa profana no dia de São Marcos, na região dos Açores. O evento se tratava de uma procissão que levava uma coroa com dois chifres, que após ser abençoada, era dada a todos os homens casados.

Os solteiros eram chamados de ‘burros’ e apenas assistiam à coroação dos casados. A festividade caiu em esquecimento e não é realizada desde 1974. 

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