Administração alega que proibição é necessária para resguardar a biodiversidade marinha
Administração alega que proibição é necessária para resguardar a biodiversidade marinhaFoto: Arthur de Souza

O Governo do Estado e a Administração da Ilha de Fernando de Noronha ganharam mais um reforço na jornada a favor da sustentabilidade local. O Grupo Heineken no Brasil, foi anunciado como o novo parceiro do projeto “Noronha Plástico Zero”. O projeto começou em abril.

“Com a nova parceria no projeto, serão viabilizadas quatro ações até o final do ano, começando pela instalação de um centro de engajamento em ponto estratégico da ilha que centralizará as ações educativas, como a formação de líderes locais multiplicadores e a distribuição de kits com itens reutilizáveis para os moradores e turistas, que não terão mais acesso a copos, canudos e pratos descartáveis”, conta Guilherme Rocha, administrador da ilha.

A iniciativa considera a melhoria do sistema de coleta e beneficiamento do vidro consumido e descartado na ilha, que já possui sistema de moagem e doação de pó de vidro para a substituição de areia em construção civil.

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O objetivo do projeto é unir todos os moradores e turistas que a ilha recebe. Desde janeiro, moradores e empresas têm sido prejudicadas por ações de comunicação e participado de atividades pedagógicas sobre educação ambiental. “Fernando de Noronha tem uma das maiores belezas naturais do mundo. Esse projeto tem uma meta que será extremamente exitosa pelo seu aspecto social, mobilizando a comunidade e os admiradores dessa paisagem em torno de um objetivo dessa grandeza”, avalia o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Para Nelcina Tropardi, vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Heineken no Brasil, representa o que a Companhia acredita. “Essa é a materialização da nossa estratégia de sustentabilidade, traduzida pelo movimento Mais com Menos. Além de contribuir com a redução de emissões e acúmulo de resíduos plásticos, buscamos a mudança de comportamento efetiva por meio da educação e de atitudes das iniciativas pública e privada e de cada cidadão. É nisso que acreditamos”, disse a executiva.

Em abril deste ano, a Ilha de Fernando de Noronha começou a proibição de entrada, uso, e comercialização de itens descartáveis de plásticos. O decreto deve ser cumprido em bares, restaurantes, quiosques, com moradores, turistas, ambulantes e afins.

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