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O medo nosso de cada dia

Sentimento que nos faz lutar ou fugir, o medo ganha novos contornos através dos tempos. Leia também sobre os chamados 'forty plus', pessoas com mais de 40 que fazem sucesso nas startups

Leusa Santos, editora-chefe da Folha de PernambucoLeusa Santos, editora-chefe da Folha de Pernambuco - Foto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco

O medo. Aquilo que sentimos diante de um perigo. Real ou imaginário. Medo que temos desde sempre. Medo que aprendemos a ter. Medo que nos desafia o tempo todo. O medo que dói. Neste fim de semana, discutimos esse assunto como principal tema da edição. O medo sempre nos acompanhou, mas mudou de cara ao longo da nossa história. Ganhou contornos sociais, adaptando-se às novas exigências da vida moderna. Ou nós o adaptamos. Em Zoom, especialistas revelam novos raciocínios sobre o medo e a sua relação com a dor e as mudanças na forma como o sentimos. A vida muda, os medos mudam. Uma leitura que convida à reflexão.

Agora uma enquete (aproveitando a moda das perguntas nas redes sociais): você é da era Pelé, Garrincha, Zico, Tostão, ou de Neymar Jr., Philippe Coutinho e Daniel Alves? A diferença? Além de serem de gerações distintas, os nomes, ou seja, a forma como se apresentam traduz a profissionalização do futebol.

Os jogadores de antigamente usaram e foram eternizados pelos seus apelidos. Tostão, por exemplo, não era e nem é conhecido por Eduardo Gonçalves de Andrade. Bem diferente de Neymar da Silva Santos Júnior. Adotar o nome de batismo em vez de apelido é, na verdade, orientação dos próprios empresários do ramo da bola. Mas uma coisa não mudou: tem que ser bom em campo. Veja lá em Esportes.

Em 1939, Gilberto Freyre escreveu “Assucar”. Foi um ato de coragem, como disse ele, segundo detalha a nossa colunista gastronômica Lecticia Cavalcanti. A obra, que retrata a sociedade pernambucana através do ‘ouro doce’, completa oito décadas e carrega a força daqueles trabalhos que são um divisor de águas em determinadas áreas do conhecimento humano. Lecticia fará palestra sobre o tema na Academia Pernambucana de Letras. Em Sabores, deguste mais sobre a importância sociológica Freyreana. O caderno também traz uma reportagem sobre os alimentos amigos e inimigos do intestino. Você gosta de frutas cítricas ou de doces? Leia mais na seção Bem-estar!

Em Mercado, reportagem mostra um estudo da Harvard que quebrou um paradigma. Startup de sucesso não é coisa de jovem e, sim, de pessoas que têm entre 40 e 49 anos de idade. E se pensarmos bem tem lógica, sim. Quem tem mais experiência, em tese, aprende com os erros e possui mais chances de acertar do que quem está no início da linha.

Segundo especialista do Porto Digital, principal porta de entrada para a criação de startups em Pernambuco, ter mais idade acelera o processo para que o produto dê certo. Pegamos carona nessa pesquisa e também mostramos os principais pontos que você precisa ter em mente antes de empreender. Então, se você é um ‘forty plus’ e tem boas ideias para um negócio, não deixe de ler o texto. Ah, lá também diz o que significa esse termo em inglês que usei acima. =)

Boa leitura!

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