O "Great" anfitrião aloprado e o "Master" parlamentar visitante
Os últimos acontecimentos de forte repercussão tupiniquim confirmaram o provérbio de que “os afins se agrupam”.
Dando continuidade à criminosa missão do brother traidor, nenhuma surpresa, uma vez que “filhos de peixe piabas são”.
Contrastando com a brilhante presença do Brasil no exterior com o desempenho do nosso jovem tenista João Fonseca que tanto nos orgulha melhorando a imagem do país lá fora, o Master parlamentar seguindo vocação de família reforça o desserviço à Nação iniciado pelo seu mano, foragido da justiça brasileira, desejando como diz mais um sábio ditado com viés de aconselhamento, fulanos de tal, cuidado pois a “justiça tarda mas não falha”.
Isto posto, quem sabe se não seria melhor para o parlamentar visitante ser contemplado pelo great anfitrião com visto de residência permanente, ou até mesmo com a gentileza expandida para toda a família de magnos admiradores, na certeza de que não sentiríamos falta ou “saudade”, palavra que não tem tradução na língua inglesa, talvez ele possa ajudar a explicar melhor ao seu líder.
Observamos que a maligna proeza do “Master” parlamentar tira a relação com os EUA do Itamaraty e coloca no Ministério da defesa, lembrando que o último episódio do gênero ocorrido no Brasil, aqui no Nordeste no século XVII, foi praticado pelo famoso Calabar cidadão de Porto Calvo, ex-Pernambuco, hoje Alagoas, exemplarmente punido pelos legítimos patriotas do emergente Brasil invadido, fruto da cobiça estrangeira, não para tomar nossas “terras raras” que ainda não tinham sido identificadas, mas sim pelo inestimável valor do açúcar, o “ouro branco”, fruto do clima tropical e do nosso solo de massapê.
Ontem, hoje e amanhã se quisermos preservar o Brasil como Nação independente, exemplo de democracia, referência internacional de paz e justiça social, dono legítimo do seu espaço geográfico, reconhecido no contexto do Direito internacional, jamais podemos ou poderíamos admitir que cidadão brasileiro, representante oficial do país no seu mais alto fórum de representação parlamentar, possa ir lá fora para denegrir nossa imagem e direitos inegociáveis, permitindo o acesso de quem quer que seja para agredir os ditames e soberania da Nação, o que chamamos de “crime de lesa pátria”, passível de punição severa, quanto mais quando repetido de forma ostensiva e recorrente dentro e fora de casa.
É inacreditável que o ilustre personagem, desprovido de vergonha e autocrítica elementar, se julgue em condições de governar sequer uma escola de samba, quanto mais um país da dimensão e complexidade multicultural como o Brasil, que merece e precisa de coisa melhor, mais próximo de nossas expectativas do que seria um verdadeiro e grande estadista, ainda que utopicamente querido de norte a sul, de leste a oeste por todos os brasileiros.
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