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Para Alckmin, solidariedade e escolher presidente da República são coisas diferentes

Presidenciável tucano alerta que é preciso "ter cuidado para não ter aventureiro"

Geraldo AlckminGeraldo Alckmin - Foto: Everisto Sá_AFP

O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta quinta-feira (13) que o atentado a Jair Bolsonaro (PSL), que passou por nova cirurgia de emergência nesta madrugada, não deveria influenciar a corrida presidencial.

Questionado pela reportagem sobre os efeitos do ataque para a disputa, o tucano disse que é preciso rechaçar aventureiros."É preciso ter cuidado para não ter aventureiro e aí a população pagar o preço de tudo isso", afirmou durante visita ao Instituto do Câncer, no centro do Rio de Janeiro.

"Uma coisa é a solidariedade ao candidato e já o fiz, vítima desse ato covarde. Outra coisa é escolher o presidente da República. Discutir propostas, equipe, como recuperar economia", disse.

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Alckmin também afirmou que acredita que a eleição será definida nos últimos momentos. "O eleitor vai ter muita reflexão, comparar, estudar, ouvir. As últimas eleições já foram assim, viradas muito grandes, muito perto da data da eleição", relembrou.

O tucano disse, ainda, que a tarefa é chegar ao segundo turno. Para Alckmin, se esse objetivo se concretizar, ele terá grandes chances de ser o novo presidente.

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