Parapan: pernambucanos ajudam a alavancar Brasil

Atletas contribuíram para o País ampliar liderança no ranking de pódios, que tem EUA em 2º e México em 3º

Phelipe conquista a segunda medalha de ouro na competiçãoPhelipe conquista a segunda medalha de ouro na competição - Foto: Ale Cabral/CPB

Pernambuco viveu mais um dia dourado nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, nesta segunda-feira, terceiro dia de competições. Três atletas do Estado contribuíram com dois ouros e um bronze para o Brasil no quadro geral de medalhas, liderado com folga pelo País. Até a conclusão deste texto, os brasileiros haviam somado 108 medalhas, sendo 35 de ouro, 35 de prata e 38 de bronze. Em segundo lugar aparece os Estado Unidos, com 28 ouros, 21 pratas e 22 bronzes (71 pódios no total), seguido pelo México, dono de 25 ouros, 20 pratas e 18 bronzes.

Após conquistar o título dos 100 metros livre da classe S10 no domingo, o pernambucano Phelipe Andrews Rodrigues voltou ao topo do pódio da natação nesta segunda-feira. Dessa vez, brilhou na prova dos 200 metros medley pela mesma classe. O atleta, que ainda nadará outras seis provas, confessou que tinha gás para um desempenho até melhor do que os 2min25s45 anotados, mas preferiu se poupar para evitar um desgaste durante o evento. É que Phelipe nadará ainda os 100 metros costas, prova que acontece nesta terça-feira, às 20h25, os 50 metros livre, os 100 metros borboleta e os 400 metros livre, além de dois revezamentos.

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Quem também cai na piscina de Lima nesta segunda-feira é a recifense Maria Carolina Santiago. Enquanto Phelipe é, aos 29 anos, um veterano no evento, com sete ouros e quatro pratas na carreira, Carolina, aos 33, faz a sua estreia. Portadora da síndrome de Morning Glory, uma anomalia congênita rara no nervo óptico, ela só enxerga vultos com o olho esquerdo e não tem visão periférica no olho direito, apenas focal. A estreia dela, que conheceu o universo do desporto paralímpico apenas nesta temporada, será nos 100 metros costas da classe S12. Nos próximos dias, ela competirá também os 400 metros livre na S13, e os 50 metros e 100 metros livre na S12. Carolina é considerada uma das apostas de pódio da delegação brasileira no evento.

O outros pernambucano a conquistar medalha de ouro no Parapan de Lima foi Agnaldo Francisco da Silva, nos 100 metros T13 do atletismo. Natural de Serrita, no Sertão de Pernambuco, ele marcou 11s37 e desbancou o jamaicano Chadwick Campbell (11s66) e o hondurenho Elvin David Castellanos (12s69). Nos 100 metros feminino, classe T38, Jenifer Martins faturou bronze com o tempo de 14s61. A prova teve dobradinha mexicana no lugares mais alto do pódio: Lucia Fernanda Muro (14s33) e Karla Sofia Cardenas (14s38).

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