Porto Alegre registra primeiro caso de Mpox do ano
Secretaria Municipal de Saúde confirmou a infecção na terça-feira (17)
A Vigilância Epidemólogica de Porto Alegre confirmou na terça-feira (17) o primeiro caso de vírus Mpox registrado na capital gaúcha em 2026. Segundo a secretaria de saúde municipal, o paciente reside no municipio, mas a doença foi contraída fora do estado.
A mpox, também conhecida como varíola dos macacos, é causada pelo vírus MPXV, do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por contato físico próximo e direto, incluindo relações sexuais.
Também pode acontecer de forma indireta, por meio do contato com materiais contaminados, pela inalação de partículas respiratórias infecciosas (em casos limitados) e da mãe para o filho.
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Os principais sintomas são erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados, febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. Os sinais geralmente duram de duas a quatro semanas.
O recomendado é, ao apresentar os sintomas, buscar ajuda médica. No Brasil, a vacinação contra mpox foi iniciada em 2023, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso provisório de um imunizante conhecido como Jynneos ou Imvanex, produzido pela farmacêutica Bavarian Nordic. Ele deve ser aplicado em duas doses, com um intervalo de quatro semanas entre elas.

