Premiê japonês diz que trabalha com realização 'completa' da Olimpíada

"O governo mantém a posição de que as Olimpíadas serão realizadas integralmente no verão do próximo ano como um sinal da vitória completa da humanidade contra o coronavírus", disse Shinzo Abe

Olimpíada acontecerá em 2021Olimpíada acontecerá em 2021 - Foto: Fabrice Coffrini/AFP

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, afirmou nesta segunda-feira (25) que a ideia do governo é realizar a Olimpíada de Tóquio, adiada para julho do ano que vem, de "maneira completa". A afirmação foi dada durante entrevista coletiva em que Abe decretou o fim do estado de emergência, causado pela pandemia de coronavírus, no país asiático.

"O governo mantém a posição de que as Olimpíadas serão realizadas integralmente no verão do próximo ano como um sinal da vitória completa da humanidade contra o coronavírus", disse o premiê. O posicionamento de Abe vem no momento em que alguns eventos esportivos - como o Campeonato Alemão de futebol - estão sendo retomados sem a presença de público, algo defendido para ocorrer também em 2021.

Leia também:
Premiê japonês suspende estado de emergência em todo país
Estudo relaciona jogo Liverpool-Atlético de Madrid a 41 mortes por coronavírus
De olho nas Olimpíadas, atletas brasileiras concorrem a patrocínio

A ideia, no entanto, é rechaçada pelas autoridades japonesas, que querem a realização dos Jogos Olímpicos sem restrições. Na entrevista, Abe ainda ressaltou a necessidade da existência de uma vacina contra a Covid-19 nos próximos meses para garantir a segurança de todos os envolvidos. "Eu acho que é extremamente importante que os medicamentos e a vacina sejam desenvolvidos", finalizou.

Acompanhe a cobertura em tempo real da pandemia de coronavírus

 

 

Veja também

Policial que matou jovem negro em Minneapolis é presa por homicídio culposo
EUA

Policial que matou jovem negro em Minneapolis é presa por homicídio culposo

Autoridades dos EUA não descartam hipótese de fuga acidental do vírus Sars-Cov-2 na China
Pandemia

Autoridades dos EUA não descartam hipótese de fuga acidental do vírus Sars-Cov-2 na China