Pressão elevada por um resultado positivo

Como os resultados da rodada não favoreceram, Náutico vai a campo contra o Luverdense, amanhã, sem poder ser derrotado

Reunião com o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB)Reunião com o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB) - Foto: Divulgação

 

A reta final da Série B do Campeonato Brasileiro não dá descanso aos postulantes ao acesso. Qualquer tropeço nas últimas rodadas pode atrapalhar a caminhada rumo à Série A. O Náutico é o melhor exemplo do equilíbrio da competição. Entrou no G4 após vencer seis partidas seguidas, mas, com o início da 32ª rodada, na terça-feira, caiu para o 5º lugar com 51 pontos. As vitórias de Londrina e Avaí, ambas fora de casa, elevaram a pressão em cima do Timbu por um resultado positivo amanhã contra o Luverdense/MT, às 20h30, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.
A meta alvirrubra é continuar dependendo apenas de si para terminar o campeonato entre os quatro melhores. Por isso, a obrigação em conquistar mais três pontos. Em caso de empate, o Timbu dorme no G4. Porém, terá de torcer para que o Oeste derrote o Bahia, 6º colocado, na Arena Barueri, no sábado.
“Não podemos dizer que somos o 5º colocado, nós estamos em 5º porque falta um jogo nosso. Venho conversado com eles (jogadores) sobre como é ruim depender dos outros. Torcermos contra dois adversários, mas precisamos fazer a nossa parte. É ganhar do Luverdense e voltaremos ao G4. A conversa tem sido nesse tom para enfrentar o que temos na sequência”, resumiu o técnico Givanildo Oliveira.
A pressão, no entanto, não pode resultar em desespero para vencer de qualquer maneira. O treinador alvirrubro tem passado aos atletas de que é preciso ter tranquilidade durante os 90 minutos para construir a vitória de forma organizada.
“Sou repetitivo com eles de que precisa ter equilíbrio. Uma pessoa desequilibrada não chega a nada. Eles têm de agir assim. Temos um jogo a fazer. Não precisa ficar agoniado e nem desesperado. Se ganhar, volta para o G4. É fazer nosso trabalho, mas com tranquilidade”, disse o técnico.
Devido à logística complicada até Lucas do Rio Verde, que fica a 350 km de Cuiabá, o Náutico já viajou ontem à tarde e desembarcou na capital mato-grossense à noite.

 Apenas na manhã de hoje os alvirrubros seguiram de ônibus para a cidade onde acontecerá o jogo. Contudo, a longa jornada não servirá como desculpa para qualquer insucesso em campo amanhã, de acordo com Givanildo Oliveira.
“Joguei lá três vezes e é complicado. Felizmente, desta vez, a partida será à noite porque à tarde ninguém aguenta. Tem a situação da viagem com 6h de ônibus de Cuiabá até lá. Tem uma série de coisas, mas tudo isso é superação. Tem que vencer o cansaço para seguir em frente e conquistar o tão sonhado lugar no G4”, concluiu o comandante alvirrubro.

 

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