Publicidade milionária e tarefas urgentes

Google e Facebook, que concentraram 20% da publicidade global em 2016, precisam se adaptar às aflições sociais

Líder absoluto, o Google arrecadou US$ 79,4 bilhões em receita publicitária no ano passadoLíder absoluto, o Google arrecadou US$ 79,4 bilhões em receita publicitária no ano passado - Foto: Google

Segundo relatório “Os 30 Maiores Donos de Mídia no Mundo”, publicado anualmente pela Zenith, apenas duas empresas concentram 20% da publicidade global. A primeira, o Google, arrecadou US$ 79,4 bilhões em receita publicitária no ano passado. A segunda, o Facebook, abocanhou US$ 26,9 bilhões. Em apenas quatro anos (2012/2016), as duas companhias responderam por dois terços do crescimento dos anúncios. Entre outros pontos de destaque na pesquisa está a afirmação de que a internet tomou o lugar da TV como o maior meio de publicidade no mundo. As duas gigantes da web - e da publicidade - chegam ao ranking tendo que administrar a enxurrada de denúncias sobre notícias falsas e de conteúdo violento. Problemas intrínsecos dentro e fora do mundo virtual neste 2017. Em resposta, a companhia de Mark Zuckerberg anunciou que vai contratar mais três mil funcionários para se juntarem aos 4.500 que já fazem a revisão de publicações que podem violar as políticas de serviço da rede social.

Já o Google, responsável pelo YouTube, enfrenta a onda de questionamentos sobre sua participação, mesmo que indireta, na propagação do desafio “Baleia Azul”, que vem levando jovens em situação de vulnerabilidade ao suicídio. O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo acionou a gigante de buscas, onde os vídeos estão hospedados.

Segundo os promotores, donos desses canais chegam a lucrar até R$ 20 mil mensais com anúncios. As plataformas de publicidade na internet estão mesmo ditando o ritmo para o crescimento dos investimentos mundiais, mas, ao mesmo tempo, tendo que se adaptarem a uma sociedade cada vez mais conectada e cheia de aflições e conflitos.

E-COMMERCE
O Dia das Mães, data mais importante para o varejo no primeiro semestre, deve movimentar R$ 1,73 bilhão no comércio eletrônico, 7% a mais que em 2016, segundo previsão da Ebit. O tíquete médio deverá chegar a R$ 416. O Black Friday e o Natal são ainda mais esperados. Segundo o CEO da Ebit, Pedro Guasti, “pela melhora das condições econômicas no País”.

BATE-PAPO INSTANTÂNEO >
O WhatsApp, que concentra 1,2 bilhão de usuários no mundo, atingiu a marca de 55 milhões de ligações de vídeo por dia, o que corresponde a 340 milhões de minutos de conversa. O serviço foi liberado no aplicativo em outubro passado.

MÍDIAS > A Berlim Digital, escola de Comunicação, lançou este mês sua plataforma de Ensino à Distância, a Berlim OnDemand. O primeiro curso disponível é o de Gestão de Mídias Online. Composto de 22 aulas, em formato de vídeo e material de estudo, o curso é voltado para profissionais de Mídias que precisam de uma visão prática e atualizada do trabalho. O investimento é de R$ 290. Como o curso tem o formato EAD, o aluno tem acesso liberado durante seis meses.

APARELHO NOVO > Com telas de 5,8 polegadas e 6,2 polegadas, o Galaxy S8 e S8+, com preços sugeridos de R$ 3.999 e R$ 4.399, respectivamente, estão em pré-venda, mas já é possível adquiri-los por meio do programa de Trade In, que permite a troca de aparelhos usados como parte do valor para aquisição de novos. Veja a lista dos modelos que podem ser trocados: www.trocafone.com/tradeingalaxy.

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