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Relações com intercambistas podem virar amizades para toda a vida

Dos quase dez afilhados que teve, o veterano Carlos Assunção mantém contato até hoje com o seu primeiro apadrinhado, o engenheiro civil alemão Alexander Heiland

Carlos Fabrício Assunção, agora com outro estudante, Andoni OtxotorinaCarlos Fabrício Assunção, agora com outro estudante, Andoni Otxotorina - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Muitas vezes, esse apoio se estende para além das paredes da universidade, transformando-se numa bela amizade. Foi o que aconteceu com Carlos Assunção, um dos veteranos do programa de apadrinhamento. Dos quase dez afilhados que teve, ele mantém contato até hoje com o seu primeiro apadrinhado, o engenheiro civil alemão Alexander Heiland, a quem ele chama carinhosamente de "Alex".

"Como sou do interior e, na época, não conhecia o Recife tão bem, descobrimos a Cidade juntos. Isso fez a nossa relação de padrinho e afilhado se estreitar mais ao ponto de nos considerarmos quase um irmão para o outro. Ano passado viajei para conhecer a família dele e passei o Natal com todos. Foi bem especial", relembra.

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Estreando como padrinho pela primeira vez esse ano, o estudante de ciências contábeis Ayrton de Sousa Absalão, 25, se despede neste mês da sua afilhada, a colombiana Maritza Cepedes, 23. "Foi um aprendizado e tanto. E ainda fiz uma grande amiga", declara o jovem.

Dessa experiência, Maritza guardará boas lembranças. "Foi a melhor que já tive na vida. Por ser meu primeiro intercâmbio, tudo foi uma novidade. Gostei das pessoas do Recife, das praias e museus. Voltarei", conta, empolgada. Ao perguntar se Absalão pretende se inscrever para apadrinhar próximos estudantes que ingressarão no primeiro semestre de 2018, ele foi taxativo: "Sim. Vale muito a pena".

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