Renan deu a rasteira mas evitou dar o coice

Renan Calheiros deu a “rasteira” em Dilma ao votar a favor do impeachment, mas se negou a dar o “coice”

Filme "Kong: A Ilha da Caveira"Filme "Kong: A Ilha da Caveira" - Foto: Divulgação

Na sessão do Senado que destituiu Dilma da Presidência da República, o senador Renan Calheiros disse o seguinte segurando um exemplar da Constituição: “No Nordeste costumam dizer uma coisa com a qual eu não concordo. Além da queda, o coice. Nós não podemos ser maus e desumanos. Por isso o meu voto é contrário à inabilitação (dela para o exercício de funções públicas pelo prazo de 8 anos)”. Minutos antes, a senadora Kátia Abreu havia feito um apelo aos colegas para não inabilitar Dilma dizendo que ela precisa trabalhar para se manter porque a aposentadoria que irá requerer ao INSS não passa dos 5 mil reais. Por aí se nota que a decisão dos senadores de não inabilitar a ex-presidente para o exercício de cargo público não levou em conta a Constituição, que prevê a inabilitação. E sim as razões humanitárias invocadas por Renan, que deu a “rasteira” ao votar a favor do impeachment, mas se negou a dar o “coice”.

Os padrinhos de cada um Os principais candidatos a prefeito de Olinda já fizeram eventos na cidade com seus padrinhos: Luciana Santos (PCdoB) com o prefeito Renildo Calheiros, Izabel Urquiza (PSDB) com os ministros Mendonça Filho e Bruno Araújo, Ricardo Costa (PMDB) com Raul Henry e Jarbas Vasconcelos, e Professor Lupércio (SD) com Augusto Coutinho. Antonio Campos (PSB), sem ninguém do PSB, fez com Marina Silva.

Palpite > Marqueteiro com vasta experiência em campanhas políticas já não descarta a hipótese de o prefeito Geraldo Júlio (PSB) reeleger-se no 1º turno. Ele considera “fraco” o programa de João Paulo (PT), “aquém do esperado” o de Daniel (PSDB) e “ruim” o de Priscila (DEM), Carlos Augusto (PV) e Edilson Silva (PSOL).

Riqueza > Por erro de digitação, divulgou-se ontem nesta coluna que o patrimônio do candidato do PV à prefeitura do Recife, Carlos Augusto Costa, seria de R$ 6 bilhões (em vez de R$ 6 milhões).

Paizão > O ex-deputado Roldão Joaquim entrou para valer na campanha da filha, Isabella (PDT), vereadora no Recife e candidata à reeleição. O pai está pendurado no telefone cabalando votos.

Modéstia > O vereador e ex-presidente do Santa Cruz, Antonio Luiz Neto (PTB), poderia usar as cores do Clube na sua campanha à reeleição mas foi orientado por assessores a usar as cores do partido. Preço > Cristovam Buarque (PPS-DF) foi um dos 61 senadores a votar a favor do impeachment de Dilma, mas é o que paga o preço mais caro. Disse várias vezes que não estava convencido da culpa dela e isso animou a tropa do PT. Como votou a favor do impedimento, é chamado agora, por onde passa, de “golpista”.

Erro > O deputado Romário Dias (PSD) acha que alguma coisa está errada em nosso país, pois da abertura política para cá o PMDB chegou três vezes ao poder pela vida indireta (Sarney, Itamar e Temer) e dos 4 presidentes que foram eleitos (Collor, FHC, Lula e Dilma), dois não concluíram o mandato. Feira > Os 4 principais candidatos a prefeito de Caruaru participaram ontem de um debate de rádio, e a exemplo do debate anterior não houve vencedor e nem vencidos: Tony Gel (PMDB), Erick Lessa (PR), Raquel Lyra (PSDB) e Jorge Gomes (PSB). O assunto mais polêmico foi a Feira da Sulanca, cuja transferência para outro local vem sendo prometida há vários anos, mas nenhum prefeito até agora teve coragem de fazer a mudança.

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