Rolling Stones participarão de show para apoiar os profissionais da saúde

O evento foi planejado pela organização internacional Global Citizen em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a cantora Lady Gaga

Os Rolling Stones se apresentando na California Os Rolling Stones se apresentando na California  - Foto: Kevin Winter/AFP

Os Rolling Stones participarão de um evento repleto de estrelas e que será transmitido neste sábado (18) para todo o planeta, com o objetivo de apoiar o trabalho dos profissionais da área da saúde que lutam contra a pandemia do coronavírus.

O evento foi planejado pela organização internacional Global Citizen em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a cantora Lady Gaga. O objetivo é "alcançar um momento de união mundial na luta para acabar com a Covid-19", afirmou Hugh Evans, fundador da Global Citizen.

Entre os participantes estarão Taylor Swift, Billie Eilish, Celine Dion, Elton John, Paul McCartney e Stevie Wonder.

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Um espetáculo de seis horas transmitido por streaming precederá o evento principal, que será exibido na TV e incluirá celebridades como os atores Don Cheadle e Samuel L Jackson ou a jogadora de futebol Megan Rapinoe.

Além de celebrar os profissionais da área da saúde, a Global Citizen afirmou que pretende transformar o evento em um "grito mobilizador" para apoiar a ação de fundações de caridade a nível local.

Também pedirá a filantropos e governos que apoiem a OMS em sua resposta ao coronavírus, um objetivo para o qual afirma já ter arrecadado 35 milhões de dólares.

Mais de 100 artistas participarão no evento de sábado, mas o formato ou ordem de apresentação não foram divulgados. Evans afirmou que muitos - incluindo os Rolling Stones - tomaram conhecimento da iniciativa e entraram em contato com Global Citizen.

O show em apoio à OMS pode ser muito simbólico, especialmente depois que o presidente americano, Donald Trump, anunciou a interrupção da contribuição financeira à agência da ONU, depois de acusar a Organização Mundial da Saúde de administração ruim da crise da Covid-19, que provocou mais de 140.000 mortos no mundo.

"O multilateralismo é a única forma de lutar contra uma pandemia", disse Evans. "Não se pode enfrentar uma pandemia global país por país".

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