Sem agradar, Rubro-negro ainda busca uma identidade

Time fez seis jogos em 2018 e, por enquanto, não conseguiu uma atuação convincente em nenhum deles

Nelsinho Baptista, técnico do SportNelsinho Baptista, técnico do Sport - Foto: Paullo Almeida/Folha de Pernambuco

São apenas cinco jogos e um amistoso em 2018, mas a insatisfação na Praça da Bandeira já atingiu um nível alarmante. Com menos de um mês de temporada no futebol brasileiro, é possível sentenciar a qualidade da equipe e o papel que ela desempenhará no decorrer do ano? No "tribunal" das arquibancadas, sim.

Mas fato é que o treinador Nelsinho Baptista ainda não conseguiu dar o seu estilo ao Sport. Nem mesmo o desconto de utilizar o Campeonato Pernambucano como laboratório vem sendo aceito pelos torcedores. Nas seis apresentações que realizou, o Leão não teve nenhuma atuação convincente.

A diretoria continua de olho no mercado para tentar melhorar essa imagem. Nesta segunda-feira (5), o volante Felipe Bastos foi apresentado oficialmente e deve lutar por uma vaga no setor de Anselmo, Rithely, Thallyson e Neto Moura.

Além de precisar consertar o frágil sistema defensivo, o comandante leonino ainda tenta achar a melhor posição para Marlone, maior contratação da temporada: aberto pela esquerda ou centralizado?

Em 2015, no melhor momento da sua carreira, segundo o próprio jogador, ele jogava aberto pela ponta, com Diego Souza centralizado. Neste ano, o camisa 10 do Sport já atuou das duas formas, mas ainda não conseguiu uma boa sequência em nenhuma.

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