Suspeito de matar a mãe já tinha passagem na Polícia por agressão

Adolescente, de 16 anos, é o principal suspeito da morte da mãe, em Orobó, na última terça-feira (24)

Suspeito postou mensagem para a mãe nas redes sociaisSuspeito postou mensagem para a mãe nas redes sociais - Foto: Reproducão/ Facebook

O adolescente de 16 anos suspeito de assassinar a própria mãe na última terça-feira (24), no município de Orobó, Agreste de Pernambuco, já tinha uma passagem pela polícia por agressão à vítima, segundo o delegado José Raimundo Barbosa, que ficará responsável pela conclusão do inquérito. O suspeito, que seria usuário de drogas, teria esganado a mãe por causa de dinheiro

O velório da mulher, de 37 anos, será na manhã desta quinta-feira (26), na casa onde ela morava, e o sepultamento, no Cemitério de Orobó.

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"Com o delegado Paulo Gondim, da Regional, ficou decidido que o menor não iria para a Promotoria de Orobó porque a população está muito agitada por causa da morte. Por segurança, ele foi levado para a Promotoria de Plantão de Limoeiro", explicou o delegado. A identidade da mulher foi preservada devido à menoridade do suspeito.

Entenda o caso
Segundo informações preliminares da Polícia Civil, o rapaz chegou a avisar a avó que a mãe estava passando mal. O Serviço Ambulatorial Móvel de Urgência (Samu) foi à residência, mas a mulher já estava morta. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) do Recife e, segundo informações da Delegacia de Orobó, não havia perfuração de bala ou facada, mas uma marca no pescoço da vítima.

Quando o Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati) chegou ao local do crime, o suspeito não demonstrou reação e estava usando o celular. Nas redes sociais, ele postou uma mensagem: "vá com Deus, mãe". Moradores de Orobó responderam com revolta à postagem.

A vizinhança relata que a vítima era natural de Orobó, havia morado em São Paulo, mas voltou ao município depois de ficar desempregada. Ela estava trabalhando na unidade de saúde local como auxiliar de serviços gerais. A reportagem entrou em contato com uma irmã da vítima, mas ela não quis dar entrevista.

 

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