Terceiro acusado da morte do promotor de Itaíba se esquiva de perguntas

Para vários questionamentos, Adeildo Ferreira dos Santos disse não se recordar

CIEE atua em todo o PaísCIEE atua em todo o País - Foto: Divulgação

O último acusado de envolvimento na morte do promotor de Itaíba Thiago Faria, ouvido nesta quarta-feira (26), Adeildo Ferreira dos Santos, evitou responder a maioria das perguntas. Ele disse repetidas vezes que não se recordava bem dos fatos.

O réu não se recusou formalmente a responder nenhuma pergunta, mas disse muitas vezes "Não me recordo muito bem", até mesmo para perguntas sobre fatos muito recentes, como, por exemplo, se ele estava sendo ameaçado por alguém a não falar o que sabe sobre o crime.

Adeildo negou haver fugido quando a Polícia Federal foi até a fazenda de José Maria Domingos Cavalcante, em 2014. Ele disse que conhecia Domingos Cavalcante e Antonio Cavalcante (que está foragido), mas que não conhecia José Maria Rosendo.

Adeildo chorou uma vez durante o depoimento ao falar do sofrimento que vem passando na cadeia e o sofrimento da família no Interior desde que ele foi preso. Ele seria o primeiro a depor nesta quarta-feira, mas foi deixado por último por ter passado mal pela manhã. Disse que vem passando mal desde a terça (25) por estar "sofrendo muito" com o processo. "Não aguento mais esse sofrimento. Na prisão, é rato passando por cima de mim; presos debocham de mim", declarou.

O júri popular de três dos cinco acusados pelo assassinato do promotor, ocorrido em outubro de 2013, começou na última segunda-feira e deve terminar esta quinta-feira (27), na Justiça Federal em Pernambuco, no bairro do Jiquiá, Zona Oeste do Recife. 

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