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Polícia FederalPolícia Federal - Foto: Marcelo Camargo / Arquivo Agência Brasil

Verticalização
O conceito de verticalização é válido, segundo Lapa, mas, ao exagero, pode tornar-se um erro. “Mesmo na Roma Imperial podiam-se encontrar edificações com até sete pavimentos. Mas, a partir dos 15 andares, se entra mais em contato com aviões que com o solo, como diz o arquiteto dinamarquês Jan Gehl. Perde-se a relação importantíssima do que acontece embaixo do prédio”, explica.

O impacto que um arranha-céu causa nos locais próximos a eles preocupa o arquiteto e urbanista Eduardo Pires. “Um problema óbvio da verticalização é o trânsito. Onde antes moravam quatro famílias, estamos multiplicando por 10 ou 20. Aquela rua, aquele bairro, está sendo elevado em potencial de carga. Isso requer mais serviços, mais espaços públicos e mais fluidez de transporte público.” VERTICAL:

Cantor Ed Sheeran

Cantor Ed Sheeran - Crédito: Reprodução/Instagram



Esgoto, lixo, abastecimento de água, energia e redes de dados de telefonia são demandas imediatas de uma construção, lembra Eduardo. E quanto mais alto um prédio, mais desses serviços serão necessários. “A lei de ocupação do solo não leva o impacto curto em consideração. Então, um prédio pode acabar com uma rua. Sempre houve lobby muito forte das imobiliárias para que isso não mudasse.”

Verticalização
O conceito de verticalização é válido, segundo Lapa, mas, ao exagero, pode tornar-se um erro. “Mesmo na Roma Imperial podiam-se encontrar edificações com até sete pavimentos. Mas, a partir dos 15 andares, se entra mais em contato com aviões que com o solo, como diz o arquiteto dinamarquês Jan Gehl. Perde-se a relação importantíssima do que acontece embaixo do prédio”, explica.

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Cena do filme 'Pantera negra', com o protagonista Chadwick Boseman

Cena do filme 'Pantera negra', com o protagonista Chadwick Boseman - Crédito: Marvel/ Disney/Divulgação



O impacto que um arranha-céu causa nos locais próximos a eles preocupa o arquiteto e urbanista Eduardo Pires. “Um problema óbvio da verticalização é o trânsito. Onde antes moravam quatro famílias, estamos multiplicando por 10 ou 20. Aquela rua, aquele bairro, está sendo elevado em potencial de carga. Isso requer mais serviços, mais espaços públicos e mais fluidez de transporte público.”

Esgoto, lixo, abastecimento de água, energia e redes de dados de telefonia são demandas imediatas de uma construção, lembra Eduardo. E quanto mais alto um prédio, mais desses serviços serão necessários. “A lei de ocupação do solo não leva o impacto curto em consideração. Então, um prédio pode acabar com uma rua. Sempre houve lobby muito forte das imobiliárias para que isso não mudasse.”

Verticalização
O conceito de verticalização é válido, segundo Lapa, mas, ao exagero, pode tornar-se um erro. “Mesmo na Roma Imperial podiam-se encontrar edificações com até sete pavimentos. Mas, a partir dos 15 andares, se entra mais em contato com aviões que com o solo, como diz o arquiteto dinamarquês Jan Gehl. Perde-se a relação importantíssima do que acontece embaixo do prédio”, explica.

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Marília Arraes (PT) recebeu um buquê de flores da bancada feminina

Marília Arraes (PT) recebeu um buquê de flores da bancada feminina
- Crédito: Divulgação / Câmara Municipal do Recife

O impacto que um arranha-céu causa nos locais próximos a eles preocupa o arquiteto e urbanista Eduardo Pires. “Um problema óbvio da verticalização é o trânsito. Onde antes moravam quatro famílias, estamos multiplicando por 10 ou 20. Aquela rua, aquele bairro, está sendo elevado em potencial de carga. Isso requer mais serviços, mais espaços públicos e mais fluidez de transporte público.”

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